22 fevereiro 2017

Do Cantinho da Shadow: BBB17 – Em busca do amor perdido


BBB17
EM BUSCA DO AMOR PERDIDO

“Se o amor se vai / Que vazio imenso fica em nossa vida quanta solidão / Se o amor se vai / Vão-se as alegrias e sem fantasias sofre o coração...” (Roberto Carlos)

Como superar a dor da perda de um grande amor? Aquele amor que aquece, acolhe, faz sorrir e sonhar; mexe com a nossa fantasia, emoções e sentimentos mais profundos. Definitivamente, o amor não combina com a perda.

O que fazer então, quando o amor se vai? E o “ir” neste caso, não é por conta de uma briguinha, um desentendimento, ciúme ou decepção. Não. É quando a morte atinge o amor de forma brutal, inesperada e irreparável.

Para uma discussão sempre há o entendimento, mas a morte não, ela é definitiva, finita, a impossibilidade de reparar e de voltar a ver. Faz o coração sangrar, aniquila os sonhos e estraçalha as esperanças. O coração fica apertado e a pessoa perde o chão, sem saber se fica ou se vai.

Como superar o luto de um amor?

Perdas fazem parte da vida. É da natureza humana. Perdemos pessoas, relacionamentos, nossos animais de estimação, amuletos da sorte... A dor é inevitável. Estamos sempre perdendo alguma coisa. Somos movidos pelas perdas e o medo do luto.

Ocorre que, a cura da dor não têm a velocidade da net, gigas, chips... o tempo é indeterminado; dizem que ele (tempo) cura tudo, mas, às vezes, só pra pegar uma peça, ele resolve parar. E é aí então que a dor resolve fazer morada.

- Ok. Mas o que isso tem a ver com o BBB?

Em 2007, o amor entrou com tudo pela porta do BBB7. Íris e Alemão viveram o romance mais tórrido e intenso de todas as edições, paradoxalmente, sem haver dado um único beijo na boca ou sequer um selinho de despedida. O público foi à loucura com os dois. Páginas e páginas foram escritas sobre eles na imprensa, blogs especializados, redes sociais; Íris e Alemão viraram assunto nacional e causaram grande comoção ao se separarem. Ambos ganharam um grande fã clube, notoriedade e o carinho de muita gente, que os segue até hoje.

Apesar do passar dos anos e de outras edições do BBB, ainda há quem chore por eles, amaldiçoe os que armaram aquele paredão duplo e lamentem a prematura eliminação da Íris. As “caprichetes” nasceram ali e ainda carregam o luto e a frustração extrema que viveram; desde então, parecem buscar obstinadamente aquele casal que não podem mais alcançar, na vã tentativa de editar o beijo que não foi dado e o “happy end” que não puderam ver.

O BBB7 foi um divisor de águas. As edições seguintes passaram a ser roteirizadas na busca do “casal perfeito”, que pudesse reviver a emoção daqueles dias e tentar fechar uma ferida aberta. Desde então surgiram os paredões triplos, o big fone, talvez para amenizar uma culpa latente e preservar os casais por mais fakes que fossem.

Desde o BBB7 ao BBB17 a tônica tem sido a mesma, reescrever a história de Íris e Alemão por meio de outros participantes, sem perceber que o tempo passou. Íris e Alemão eram únicos e não voltarão.

Hoje, a mobilização que se vê na internet shippando o casal Dolly joga a favor de uma ilusão, de uma excitação geral para manter a quimera de que a vida no BBB não tem o menor sentido se não houver um caso de “amor eterno”. Qualquer um que ameace essa miragem é duramente atacado, ao passo que, qualquer deslize “dollyano” conta com o beneplácito de boa parte da torcida. A realidade se polariza e o twitter incendeia.

O que é que isso representa afinal?

Para os que vivem em permanente luto, representa a busca do êxtase que parece estar sempre fora do nosso alcance. Para a emissora, a possibilidade de obter lucros com a audiência e com um possível patrocinador: o refrigerante Dolly. Para o restante, a certeza de que não se pode reviver o que ficou para trás, a vida segue e quem não aprende isso, morre tentando.


Shadow / Mariasun Montañés
cantinhodashadow.blogspot.com.br
@Shadowtweetando



29 comentários:

  1. Oi Shadown,bastante inspirada, belo texto. Contudo há os que não buscam a ÍrisxAlemão e sim os concursantes do presente, sem querer reviver o que se passou, mas também acredita no mover da paixão avassaladora, quando esta apesar de ser pura emoção possui em sua essência o tempero da razão. É o que vejo. O Marcos continua Marcos com algumas nuances relacionadas ao envolver-se a uma menina de 20 anos, sendo ele um homem de 40 anos, como este verbalizou. Já a menina descobre neste homem uma maturidade que não tem e busca compreender e compreendê-lo neste momento sem dar chance do afastamento daquele, pois ela o vê como seu porto seguro, ao menos no mundo BBB.
    Estou a observar o que vai acontecer com Emily, pois quanto ao Marcos, não vejo e como disse anteriormente, como ele sofrer um abalo em sua essência. Como já tinha posto, repito. Ele tem muito a contribuir com o conhecimento e crescimento da Emily. Não acho que seja amor o que ele vem a sentir e sim um envolvimento intenso chamado paixão e esta é efêmera. Friedrich Nietzsche disse um dia: "A vida é arte e a Filosofia reconhece". A menina Emily está começando a andar, pular, dançar neste novo viver e quem sabe se o Doc deixar começar a voar. O casal Mally e não Dolly, tem muito a fazer ainda neste mundo BBB. Abs.

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    1. O nosso amor a gente inventa
      Pra ganhar o BBB
      E quando acaba a gente pensa
      Que ele nunca existiu...

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    2. Até concordo, pois é assim que funciona. O importante é que inventando ou não o amor, estes estão vivenciando algo intenso que não dá para mensurar, por isso registro a vida deles hoje é no mundo BBB. Hoje Marcos está cantando para Emily em em seu mundinho que não conseguimos penetrarem sua plenitude: "Não é um bolero, é amor sincero que a tudo resiste, Não a ter do lado, me deixa abalado e nada é mais triste
      A vida é atoa, não fica de boa
      Quem não tem um querer
      Eu tenho de tudo mas me falta tudo
      Se eu não tenho você" Djvan. Abraços Shadow!

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    3. Não, não é assim que funciona. Um casal tem que ser convincente. O que se vê entre Marcos e Emilly até em suas falas são clichês.

      Quem cantou "o nosso amor a gente INVENTA" foi o Marcos pra Emilly ("pra ganhar o BBB" eu acrescentei, mas estava implícito). Nada do que acontece ou é dito lá, é por acaso.

      Você é um romântico, dá pra ver pelo que escreve, mas amor e paixão, ali não tem.

      O Confination virou Enganation.

      Abs.

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    4. Concordo em gênero, número e grau. Não sou romântico a ponto de perder a razão e acho a veia poética do Djavan como luva ao que vivem os concursantes na casa. O presente deles é essa intensidade grudenta. Acho que a Emily é o foco principal pela sua autoconfiança e caso venha a cair novamente no paredão e de repente seu oponente for Ilmar ou Rômulo, ela sai.
      Marcos tá de boa e vi ele cantando Cazuza para ela, mas ele está vivendo um conflito em certos momentos. Ao meu sentir não é só jogo. Abraços Shadow

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    5. Você é um romântico daí haver escolhido Djavan, e o Marcos o Cazuza.

      Abs. Bom feriado!!!

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  2. E há quem torça até hoje para que fiquem juntos, porque o amor deles marcou. Como também, ninguém esquece nosso odiado cowboy que os separou. Foram tantos momentos inesquecíveis...o dia da bebedeira por ciúmes da Siri, a famosa cueca branca, etc Parece que estou vendo a Iris falar: Lemão, Lemão rsrs Até o Bial ficou triste com o final da ediçao. E estou até hoje esperançosa de encontrar outro casal como esse. Porque eles foram verdaddeiros. Nos emocionamos e choramos em um paredão que ninguém quis votar. Que saudades. Muitos casais fakes desde entao. Mas, Shadow, a esperança é a última que morre, esperaremos até o BBB acabar. Texto maravillho como sempre!

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    1. Verdade. Ainda hoje há quem torça para que fiquem juntos. Apesar deles estarem realizados e felizes com a sua vida.

      Ahahahaha.... aquela indignação toda por conta da cueca branca!!! O que foi aquiloooo... Choro de rir ainda hoje. Havia uma inocência, que hoje não tem mais.

      O BBB7 foi um divisor de águas. Depois muito malandramente muitos participantes e até o Mr. Edição tentaram reeditar, mas em vão.

      Você fala do Alberto, mas sem ele não teria havido Íris e Alemão. Havia entrega ali. A edição pegou muito pesado com ele. Você lembra do Alberto e do Alemão em uma prova de resistência na mesma gaiola? Tenso!!! Nunca mais... Todos têm muito medo do que vai ser editado e de serem rejeitados aqui fora, então se retraem e escondem mais, e quem perde é o show.

      A esperança é a de permitir que outros enredos possam ser contados, capazes de emocionar tanto quanto, sem a necessidade de que seja necessariamente um casal. Essa é a questão.

      Outro casal como esse não haverá mais, porque para isso teria que haver um Alberto também.

      Bjs.

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  3. Parabéns pelo texto!
    Muito interessante a sua comparação.

    No entanto gostaria de elencar um outro aspecto que me chama a atenção nesse BBB. Ontem, até o Tiago cantou a pedra, mas eu já estava enxergando isso, e acho que este problema é super interessante de ser debatido: a diferença de idade e a maneira de se relacionar com alguém que não faz parte do seu mundo.

    Em todos os BBBs tivemos pessoas mais velhas e mais jovens. Porém não me recordo dos "tiozinhos" serem tão jogadores e tão organizados quanto nessa edição. Eles estão literalmente "botando pra lascar nos novinhos" e as vezes até com um certo ar de boçalidade do tipo "eu já vivi mais do que você portanto..."

    E esse relacionamento em um jogo como no BBB é de fato muito curioso. Veja só um exemplo: No paredão passado Emily foi massacrada dentro e fora de casa. Mas fica a pergunta: será que o erro da Emily foi maior que o erro dos outros? Será que os mais experientes sabem jogar mais peso para os "novinhos"? Se um novinho e um tiozinho fazem algo que se configure em um desvio de caráter, o peso da crítica deve ser igual?

    Acho que esse é um tema que vocês (que escrevem muito melhor do que eu) poderiam explorar. Esse tipo de conflito (de idades) ou de diferenças culturais é muito interessante e acredito que essa edição do BBB tem muito disso para se falar.

    Abraços!

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    1. Cadu, não é uma comparação, é algo que ficou no inconsciente coletivo e que fica gravitando em todas as edições.

      Sim, em todos os BBBs houve pessoas de idades diferentes. Mas nesta edição capricharam, conseguiram selecionar pessoas que aqui fora têm uma vida e carreira estável. Ieda é muito diferente da Naná, por exemplo, Naná era a vovó, a Ieda não quer nem ser a “mama”, ela quer ser vista como participante igual aos outros. Fico me perguntando por que razão alguns deles aceitaram participar de um programa que expõe tanto a imagem. Ter mais visibilidade? Mas será que vale a pena a exposição?

      Não vejo os mais vehos “tentando lascar os novinhos” ou usarem o “eu sou mais vivido” para se impor ou intimidar os mais novos. Pelo contrário, os vejo observadores, se posicionando, dizendo o que veem e o que sentem sem rodeios, o que por vezes causa melindres e assusta, porque alguns dos novinhos não aguentam ouvir “nãos” e verdades.

      Emilly foi rejeitada não pela diferença de idade, mas pela forma dissimulada e rasteira com que se apresentou e continua se apresentando no jogo. Não conseguiu aprendeu nada com o susto de haver sido indicada para o paredão.

      Concordo contigo que o tema é interessante e envolvente. Vou pensar no assunto.

      Abs.

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    2. Nossa, Sahadow!
      Sou nova aqui mas cada post, cada comentário seu é perfeito. Esse aqui em especial.
      Vejo muitas pessoas quererem relativizar a postura da Emilly em razão da idade dela e não concordo. Pra mim tem a ver com caráter e postura e não com idade. São coisas bem diferentes.

      O que eu achei interessante dessa edição é que colocaram pessoas mais de meia idade e mais velhas. No meu ver, ficou um mix mais legal do que só novinhos lindos e sarados. Mas ja vinha notando essa tendencia desde o último BBB tbm.

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    3. Olá,
      Correto. Quem seleciona os participantes está abrindo o leque e se descolando de perfis voltados para a beleza e a pegação. Isso é um sinal de que querem inovar, o que é muito bom para o público.

      A dialética entre experiência e maturidade que se está vendo nesta edição, esse ping-pong, é muito interessante. Suga o público pra dentro do reality, pela semelhança dos personagens com pessoas reais.

      Grata pelo lindo comentário. Bom feriado.
      Bjs.

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    4. De fato a rejeição não se deve à idade da Emilly, mas a um desvio de caráter. É preocupante que haja tantas pessoas amenizando seu jogo enviesado e dissimulado. Talvez ajam assim por acreditarem em "princess" e perdoarem para não perder a fantasia.

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  4. Oi gente acho que a Globo deistiu da Emili,agpra querem fazer a Vivian a prederida, tentaram cim ela,mas agora desistiram começaram a queimar ela legalno proximo paredão ela dança,a pessa bebada é muito feio né? cruz credo,uma menina nova,fico é triste queria que fosse logo terça que vem,para soltar o Marcos,ele está muito abobado por ela,ele esqueceu que tem uma profissão,nossa...

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    1. Olá Maria,
      Não é a edição que queima a Emilly. É ela quem se queima.

      Quanto à Vivian, com a saída do Manoel ela tem chance de crescer no jogo. Cabe ver se vai saber aproveitar ou vai se deixar arrastar por algum encosto.

      Bj.

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  5. Tomara que Emilly saia na próxima Terça e depois o Marcos saia também assim ficam so as cobras ai elas vão se comer já que pelo que vejo com exceção do casal Dolly so tem gente perfeita que não erra e so sabe falar mal das pessoas assim teremos novamente um vilão como vencedor quem sabe seja até Roberta neh já que so Emilly que não presta enquanto os outros são todos santinhos aff.

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    1. Tenha fé Iara, assim como eu você também torce para que essa edição nos presenteie com algo mais justo em termos de punir quem não está jogando limpo, e premiar aqueles que realmente merecem. Marcos Campeão!!

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    2. Iara,
      Todos uma hora vão acabar caindo, à exceção dos finalistas. É cedo pra fechar o pacote. O jogo está só esquentando.
      Bj.

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  6. Vivian fazendo fofocas e sendo a Vivíbora novamente,logo se queima,mas como as pessoas tem memória curta,ela é Mayara detonaram a Gabi Flor,inclusive não esqueço delas debochando do cabelo da Flor,um ato de preconceito.

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    1. Ali todos já falaram mal uns dos outros (até de aliados), sem exceção. É do jogo.

      Abs.

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  7. Foi divisor de agua por um tempo. Depois tivemos o Marcelo Dourado que também foi um fenomeno e o jogo dele nada teve a ver com formacao de casal. Assim como foi tambem o BBB16, que nao teve um casal sequer e certamente foi um dos melhores. As historias variam de edicao para ediçao.

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    1. Marcelo Dourado foi muito bem no BBB10. Ele se reinventou. É a prova de que é possível acreditar na segunda chance.

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  8. Estou muito preocupada com minha memória, ou falta dela, ou ainda vou ter que reclamar com a Globo por ter transmitido o BBB7 diferente na minha casa. Passados apenas 10 anos, diferente do que li acima, o que assisti naquela edição não foi um lindo caso de amor entre o Alemão e a Siri, que nos deixou saudosos, mas sim um típico caso de bigamia, o Alemão no meio, entre a Siri e a Fani, surgindo ali o protagonismo dele por ter sido o primeiro homem a dividir a cama com duas mulheres. Lembro das discussões das duas por causa dele, da Iris ter perguntado a ele se ele ficaria com ela na frente da Fani e ele respondendo que não, ao que ela completou: mas você já ficou com ela na minha frente. Dos beijos calientes e selinhos em ambas, e só apenas na final, ele teve uma aproximação maior com a Iris. Não, não foi verdade, devo estar ficando louca. Gostava do alemão como jogador, ele se igualava ao Marcos nos quesitos beleza física, educação e jogo limpo, sem passar por cima de seus desafetos na casa, pelo contrário, trazendo-os para junto de si, o Alemão fez com o André Cowboy, o Marcos fez com o Manoel. Talvez se o Marcos dividisse a cama com a Emilly e a Viviuva, fosse mais bem aceito por seus destratores.
    Outro detalhe que queria chamar sua atenção, Shadow, é para algumas contradições que você cometeu em respostas que me foram dadas, a saber:
    1 - Quando lhe perguntei qual o tipo de casal você gostava de ver, você disse que analisava jogo, não casais.
    2 - Quando fiz uma comparação entre o Thiago Leifert e o Bial, você me respondeu que o Bial era passado, o presente era apenas Thiago, ou seja que algo que tivesse acontecido em edições passadas, no tempo do Bial, estariam mortos e sepultados, como assim?

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Acho que você não entendeu o texto.

      Ele fala expressamente que aqueles que vivem o luto por algo que aconteceu, ficam tentando repetir e repetir sempre o mesmo enredo... e concluo: "a certeza de que não se pode reviver o que ficou para trás, a vida segue e quem não aprende isso, morre tentando".

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  9. Emily não é o único “demônio”, entretanto. Quase todo mundo lá dentro é hipócrita: diz que não combina voto e combina, diz que não fala mal de uma pessoa e fala, diz que não vota numa pessoa e vota. E quando digo que os jovens são iguaizinhos é porque eles são. Roberta é igualmente egocêntrica; e desesperada para não ser pega na sua mentira covarde (sobre o voto em Mayara), começou a culpar Elis como se Elis fosse uma bruxa que obriga os outros a fazerem o que ela quer. Ninguém ali erra porque erra, eles erram porque os outros lhes obrigam a isso. Emily já falou mal de Ieda, Elis e Vivian, mas acha inadmissível que essas pessoas votem nela, que não vejam como ela é especial, que desconsiderem suas qualidades. É um jogo de “faça o que eu digo e não o que eu faço”. E dá-lhe prepotência… Ninguém nessa edição do BBB (com exceção, talvez, de Pedro), sabe o real significado da palavra “sensatez”

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    1. kkkkkk... uma rede de intrigas!!!

      Pra ficar mais divertido, procure analisar onde cada um tenta chegar com essa combinação de votos: quem é o alvo comum ou de determinada pessoa, quem é mais influenciável, quem é o mais articulador, quem se acha estrategista e não é. Tente imaginar o que cada um pretende e até onde vai.

      É muito interessante ver como eles preparam um paredão e, de repente, a prova do líder, um card ou o anjo a maioria das vezes muda tudo... Eles vão ter que se recompor. E isso é muito interessante: a plasticidade e a capacidade para refazerem o jogo.

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  10. Para mim há um momento emblemático a respeito desse desnude de personalidade da gaúcha: Emily conversa com Marcos logo após a votação e afirma que Marinalva votou nela porque não aceitou “perder para uma jovem bonita que não fazia exercícios”. Depois, ela diz que Ieda votou nela porque “foi superada numa prova”. E a ladainha continua… Em nenhum momento ela faz nenhuma consideração pessoal a respeito daquilo, em momento nenhum ela pensa se não foram votos simplesmente estratégicos. Todas as teorias de Emily são autocentradas: eu, eu, eu, eu… Um rosário infinito de “eus”. E em todos os casos se a pessoa não gostava dela, era porque ela tinha feito algo melhor que essa pessoa. E ela cobra atenção como uma rainha a seus súditos: “Você tem que me apoiar”, “você tem que me proteger”, “você tem que dar uma flor todo dia”… ASSUSTADOR.

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    1. Você resumiu bem a Emilly. Ela é o centro do universo, os outros não passam de pequenos satélites ao seu redor.

      Há pessoas que agridem pelo simples modo de falar. E Emilly é uma dessas pessoas. Sua fala é imperativa, e convenhamos essa não é a melhor maneira de dialogar. Marcos certamente é um homem muito paciente. Já merece o prêmio por isso, rsss...

      Abs. Até a próxima!!!

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