22 agosto 2019

Dancing Brasil 5 | Catia Paganote eliminada do reality



Após se apresentarem ao som de “ Under The Sea ”, canção do espetáculo “A Pequena Sereia”, a dupla Catia e Fernando foi eliminada após escolha do público, do Dancing Brasil 5. 🎵🎵🎵

18 agosto 2019

MasterChef | Eduardo Richard é eliminado do reality, por Lédson Guimarães


Texto recebido em 19/08/2019

Chegou a hora de descobrirmos os cozinheiros finalistas semiprofissionais do MasterChef Brasil 2019. Dessa vez, as vagas para o último desafio não estavam limitadas a um duelo, e, convenhamos, uma final disputada por três participantes poderia ser eletrizante, mas, infelizmente, a expectativa ficou para uma próxima temporada.

As caixas misteriosas vieram encerrar sua participação com chave de ouro. Em três etapas, os semifinalistas encararam uma Caixa Misteriosa de cada um dos jurados, com uma seleção de insumos feita pelos mesmos. Os desafios valiam pontos cumulativos que seriam convertidos em vantagem. O placar final permitia aos três concorrentes somar 03 pontos (01 ponto por desafio) cada um e, caso houvesse empate, contemplaríamos a primeira final de MasterChef com três cozinheiros. Do contrário, seguiria a Prova de Eliminação normalmente. 

A primeira caixa foi do chef Jacquin e trouxe o lagostim como proteína protagonista. A receita era de livre criação. O tempo de preparo: apenas 30 minutos. A caixa de Érick Jacquin foi considerada a menos trabalhosa pelos cozinheiros e Ana Paula Padrão revelou que havia mesmo uma disposição hierárquica das caixas, da mais amena à mais temível, só para aterrorizar os participantes. No entanto, a primeira leva de receitas agradou em cheio o paladar dos três jurados (o suave excesso de sal não prejudicou ninguém), Jacquin até tentou dar um ponto para os três pratos..., mas a gente sabe que Paola é casca dura, ela pisou firme e negou ponto para Eduardo, que exagerou na acidez do limão siciliano. Placar: Lorena – 01; Rodrigo – 01; Eduardo – 00.

E a segunda caixa foi dela, pois apesar de não economizar palavras nas críticas Paola não é páreo para a culinária excêntrica do silencioso Fogaça. Em 45 minutos, os cozinheiros deveriam buscar inspiração na seleção mediterrânea de Carosella. Rodrigo ficou meio perdido, não conhecia o saboroso coral presente nas vieiras e descartou o material, erro fatal. Pra completar a rima, pesou novamente a mão no sal.  Eduardo, também com vieiras (e sem coral, porém com champignons), se esforçou para entregar um prato refinado visualmente quando viu que o tempo estava a seu favor. Lorena caprichou numa bruschetta com sabor de pizza. Placar: Lorena – 02; Eduardo – 01; Rodrigo – 01. E o sal – 01.

A terceira, última e temível caixa, a do Fogaça, nem assustou tanto assim, exceto por a única grande proteína dar um trabalhão para chegar a um ponto tolerável, o realmente temido polvo. Rodrigo hesitou em usar o molusco e partir para o ovo, mas o risco de entregar o básico não compete àquelas alturas. Eduardo chamou a atenção com um ótimo espinafre, porém cometeu a mesma falha de Rodrigo: dessa vez o sal ficou tímido na comida. Tirando um leve amargo do vinagrete, o prato de Lorena foi só elogios. Placar final: Eduardo e Rodrigo foram sem sal para a Prova de Eliminação e Lorena marcou os três pontos que garantiram a primeira vaga de finalista da temporada.

A Prova de Eliminação também foi bonita, deu muito trabalho para os cozinheiros e vimos os jurados tão descontraídos como sempre poderiam estar. Paola se emocionou contando a história do filme que inspirou a receita da prova e sua decisão de seguir a carreira gastronômica, o dinamarquês “A festa de Babette”. E a receita, contida na película, foi o grande desafio de Rodrigo e Eduardo. As codornas no sarcófago (ou Cailles en Sarcophage) exigiram técnicas para desossar as pequenas aves sem deixar que a pele fosse rasgada e, assim, permitindo a introdução de uma boa camada de recheio no interior do bichinho, que seria servido em cima de uma massa folhada feita especialmente pelo chef Jacquin.

Toda essa dificuldade foi ampliada pela ausência do uso de termômetros, os cozinheiros deveriam confiar na própria visão para acertar o ponto dourado e brilhante da pele da codorna. Todavia, a pontuação da prova anterior garantiu a vantagem equivalente de 15 minutos de acréscimo no tempo de preparo da receita para ambos os participantes e, então, puderam cozinhar em 1h30min.

Rodrigo já havia preparado codornas uma vez na vida e suas habilidades adquiridas facilitaram o manuseio dos instrumentos para desossar as carnes. O mesmo não ocorreu a Eduardo Richard, o nervosismo que lhe é característico estava de volta e levou boa parte do tempo e uma codorna embora. Por fim, os dois colegas concluíram a tarefa com pequenas disparidades entre as avaliações dos jurados.

Rodrigo fez um molho saboroso, uma massa bem cozida, porém desagradou no uso do tomate para umedecer o recheio. Já Eduardo acertou o ponto da massa folhada numa apresentação ruim. O conjunto de acertos levou Rodrigo, merecidamente, à final junto a Lorena. 

Eduardo Richard teve mais baixos que altos ao longo da competição e tal fato nunca o abalou como é costume vermos acontecer com candidatos, aparentemente, mais fortes e promissores que se abatem por muito menos recaídas no jogo. Por mérito, o curitibano chegou à semifinal com muito louvor, derrotando gigantes como Juliana Nicoli, André e os próprios amigos Haila e Helton, os quais estavam constantemente em evidência e mais propensos a galgar um lugar no Top 3.




16 agosto 2019

The Voice Brasil 2019 | Conheça os Times e seus participantes


The Voice Brasil é um talent show brasileiro produzido e exibido pela Rede Globo.

É a versão brasileira do formato original holandês The Voice of Holland, criado por John de Mol.

A primeira temporada teve estreia em 23 de setembro de 2012, contando com apresentação de Tiago Leifert e Daniele Suzuki (nos bastidores), e tendo Carlinhos Brown, Claudia Leitte, Lulu Santos e Daniel como técnicos e jurados.

Na segunda temporada, Miá Mello substituiu Daniele Suzuki nos bastidores e na terceira temporada Fernanda Souza assumiu o posto.

Na quarta temporada, Daniele Suzuki voltou a apresentar os bastidores, sendo substituída por Mariana Rios na quinta temporada e por Jeniffer Nascimento na oitava.

Devido a exigências contratuais, Daniel foi substituído no júri por Michel Teló a partir da quarta temporada e Claudia Leitte por Ivete Sangalo, a partir da sexta, assim como Carlinhos Brown por Iza a partir da oitava.

Diferente dos shows de talentos comuns, The Voice Brasil, seguindo os demais equivalentes pelo mundo, valoriza apenas a voz de um competidor, não julgando a sua aparência ou performance de palco.

Também tem como diferença de outros programas similares ter um artista pronto e não moldá-lo.

Direção geral de Carlos Magalhães.

Conheça os times e seus participantes







15 agosto 2019

Dancing Brasil 5 | Alinne Prado eliminada do reality



Alinne e Jefferson foram eliminados do #DancingBrasil! 🎵


12 agosto 2019

Bake Off Brasil 5 | Marilda foi a primeira eliminada do reality

O Bake Off Brasil teve a estreia de sua quinta temporada neste sábado (10). A apresentadora Nadja Haddad e os jurados Beca Milano e Olivier Anquier já conheceram os participantes e fizeram seus desafios e avaliações.

Na prova criativa, os confeiteiros amadores precisaram soltar a imaginação, com a missão de fazer um bolo com a temática livro da vida, reproduzindo algum momento relevante de sua história.

Na prova técnica, eles precisaram reproduzir a receita da fada confeiteira Beca Milano: um rocambole de merengue com creme de maracujá.

Após a avaliação dos jurados, Francisco ficou com o avental azul e Marilda foi a eliminada da semana.

Marilda foi a eliminada da semana

Bake Off Brasil 5 | Conheça os participantes

Bake Off Brasil: Mão na Massa é um talent show de culinária brasileiro exibido pelo SBT e pelo Discovery Home & Health. É baseado no formato original The Great British Bake Off exibido pela BBC One no Reino Unido. O talent show é apresentado por Nadja Haddad e a dupla de jurados com o Chef Olivier Anquier e a Chef Confeiteira Beca Milano. O Bake Off Brasil atualmente se consolidou o reality culinário mais visto e de maior audiência e prestígio da TV Brasileira.



Conheça os participantes

ANGEL
IDADE: 40
PROFISSÃO: PALHAÇA VOLUNTÁRIA
CIDADE: SÃO PAULO - SP
Angel tem 40 anos e trabalha como palhaça voluntária em hospitais. Ela afirma que vai trazer para o Bake Off muita animação e humor, mas promete não levar nada na brincadeira, veio mesmo para brigar pelo título de “melhor confeiteiro amador do Brasil”. Sua paixão pela confeitaria vem de família, com sua avó do interior.

BELA
IDADE: 25
PROFISSÃO: DESIGNER GRÁFICA
CIDADE: CAMPINAS - SP
Bela tem 25 anos e depois que se formou em Design, passou a vender doces em sua cidade. Segundo conta, decidiu que não iria mais esperar para ser feliz e seguiria a mesma paixão do seu avô, que era confeiteiro. É calma, centrada,  mas se diz irônica, adora conhecer coisas novas e está em busca do seu lugar no mundo.

CAROL
IDADE: 24
PROFISSÃO: EMPRESÁRIA
CIDADE: PINDAMONHANGABA - SP
Carol tem 24 anos e é filha de uma empregada doméstica e um metalúrgico.
Tem um jeito de menina, mas não se engane, porque ela é uma mulher forte . Ela quer espalhar o amor através da confeitaria. Focada e determinada, é o orgulho dos pais e aprendeu a confeitar vendo a mãe e a avó fazendo doces.

CLAUDIO
IDADE: 43
PROFISSÃO: EX-POLICIAL
CIDADE: SÃO PAULO - SP
Claudio diz que a sua ligação com a confeitaria começou cedo, aos 7 anos, quando ajudava sua avó a fazer bolos. Apesar da paixão pelos doces, parou de confeitar durante sua carreira como policial. Carismático, após anos na PM, trocou a farda pelo avental de confeiteiro e começou vender seus doces fazendo músicas e paródias para atrair público.

DENISE
IDADE: 29
PROFISSÃO: BACHAREL EM DIREITO
CIDADE: MIRASSOL - SP
Denise afirma ser uma amadora na confeitaria e acredita que técnica não é nada quando se tem talento. Muito confiante no seu potencial, afirma que aprende tudo muito rápido. É formada em direito, mas acabou desistindo de se tornar advogada e agora traz toda sua competitividade para surpreender a todos com seus bolos e vencer a competição.

DEZA
IDADE: 32
PROFISSÃO: SUPERVISORA DE TELEMARKETING
CIDADE: JAGUARIÚNA - SP
Deza é alegre, animada e aprendeu com seu trabalho a lidar com as pessoas. Apesar do stress do seu emprego, não tira o sorriso do rosto e leva essa alegria para a cozinha quando prepara suas receitas. Acredita que “um sorriso pode mudar tudo”,  e que o “amor é o melhor ingrediente”, mas tem um lado “manteiga derretida” quando fica emocionada.

FELLIPE
IDADE: 28
PROFISSÃO: PUBLICITÁRIO
CIDADE: FORTALEZA - CE
Fellipe é autodidata e “se vende” muito bem. Começou na confeitaria em 2014 vendendo cupcakes e também pães de mel, cuja receita era de sua mãe. É muito confiante nos doces que faz e sua meta é viver só da confeitaria. Sabe rir de si mesmo e enfrenta qualquer dificuldade com bom humor. 

FRANCISCO
IDADE: 27
PROFISSÃO: COZINHEIRO
CIDADE: CAPÃO BONITO - SP
Francisco nasceu praticamente dentro de uma cozinha, aprendeu a fazer doces com a sua avó e hoje sabe executar diferentes técnicas de confeitaria. Diz que o amor pelos doces “está no sangue”. Muito competitivo e seguro afirma que quer entrar para ganhar e não fazer figuração.

HERB
IDADE: 29
PROFISSÃO: TÉCNICO DE INFORMÁTICA
CIDADE: PRIMAVERA - PE
“Herbinho”, como é conhecido em sua cidade, fez um pouco de tudo. Aos 18 anos, se mudou para Recife e passou por muitas dificuldades em busca do sonho de se tornar confeiteiro. É animado, gosta de cantar e dançar na cozinha mas também é muito sensível. Faz amizade com facilidade e não gosta de prejudicar ninguém.

JOÃO
IDADE: 22
PROFISSÃO: ARTISTA PLÁSTICO
CIDADE: FLORIANÓPOLIS - SC
João tem autoconfiança que, segundo ele, assusta as pessoas. Diz que não entra em competição para perder. Sempre arrumado, é fã de gravatas borboleta e diz que pode ser um doce se quiser. Aprendeu confeitaria com 11 anos,  vendo a mãe fazer e comercializar seus doces, e quando começou vender os seus, chegou a pagar um intercâmbio com o dinheiro das vendas.

KAROLINA
IDADE: 29
PROFISSÃO: JUDOCA
CIDADE: GUARUJÁ - SP
Karolina é filha de um goleiro de futebol e uma jogadora de vôlei que vendia doces. Ela é simpática, alto astral, criativa e fã de bolos esculpidos. Conta que sonhava em ser campeã olímpica, mas a confeitaria tornou-se uma paixão tão grande que agora, só pensa em ser campeã do Bake Off.

MARILDA
IDADE: 56
PROFISSÃO: EMPRESÁRIA
CIDADE: MONTES CLAROS - MG
A confeitaria entrou na vida da Marilda quando um de seus filhos ia fazer aniversário e ela mesma resolveu fazer o bolo. Segundo conta, todos que provam seus bolos gostam muito. Se diz determinada e um pouco barraqueira, afirma que sempre vai  lutar pelo que acha certo.

NATÁLIA
IDADE: 29
PROFISSÃO: VENDEDORA
CIDADE: PETRÓPOLIS - RJ
Natália é feminista e bastante confiante. Na confeitaria, conta que suas duas avós foram as principais inspirações para ela começar a fazer doces e que largaria tudo para participar do Bake Off. Viajada, aposta em novos sabores em suas receitas e acredita que suas “asas” podem levá-la aonde ela quiser.

ROGÉRIO
IDADE: 27
PROFISSÃO: COMERCIANTE
CIDADE: SERRANÓPOLIS - GO
Rogério tem 27 anos e se diz um cara “sem frescuras”. Diz que na sua cidade todos o conhecem, e seus doces são famosos. Ele se considera bom no que faz. Sua influência principal é sua família, que “tem uma queda por gastronomia” e no Bake Off, afirma que vai arrasar.

WAYNER
IDADE: 34
PROFISSÃO: TARÓLOGO
CIDADE: MANAUS - AM
Wayner é calmo e doce. Ama conhecer outras culturas e, em especial, a cozinha estrangeira. Fala 4 idiomas e após um intercâmbio na França, começou estudar confeitaria em São Paulo. Sua ligação com os doces começou ainda pequeno, com as balas de cupuaçu que sua avó e depois sua mãe vendiam. Não gosta de críticas, mas se tiver fundamentos, ele escuta.

YAGO
IDADE: 23
PROFISSÃO: ATENDENTE DE CAFETERIA
CIDADE: MONGAGUÁ - SP
Yago é tímido e calado. Por problemas financeiros, deixou a faculdade de Engenharia no segundo ano e descobriu na confeitaria o seu grande amor. Segundo ele, sua vida mudou depois que começou a confeitar. Apesar de fazer e conhecer diversos tipos de doces, acha difícil decorar os nomes franceses das receitas “só sei fazer em português mesmo”. Autodidata, diz ser um cara “de boa, que gosta de respeitar os outros”.


11 agosto 2019

MasterChef | Juliana é eliminada do reality, por Lédson Guimarães


Texto recebido em 12/08/2019

O episódio que marcou as quartas de final no MasterChef Brasil Amadores 2019 resultou na eliminação de uma dos três mais fortes concorrentes da edição. Mas, antes de falar sobre ela, vamos ao resumo das provas.

Criativa e merecidamente, a produção preparou para os quatro últimos cozinheiros uma prova que simbolizasse o rito de passagem de um amador para a gastronomia semiprofissional, e nada melhor que uma filial da maior escola culinária do mundo, e objetivo final dos vencedores do programa, para condecorar os primeiros semifinalistas. Na Le Cordon Bleu de São Paulo, os participantes assistiram a uma aula sobre quatro técnicas culinárias apresentadas por, também, quatro professores chefs renomados.

Ao fim da aula, por sorteio de ordem,  cada cozinheiro escolheu a técnica exclusiva com a qual trabalharia na cozinha da Le Cordon Bleu sob avaliação minuciosa dos professores. Durante duas horas de prova, Juliana Nicoli preparou, de forma organizada, um salmão pochê; Lorena, menos cuidadosa com a limpeza do ambiente, fez um carré com crosta de pistache; Rodrigo, também organizado, fez um filé suíno recheado com foie gras; e, para equilibrar as avaliações de postura na cozinha, o sempre desequilibrado Eduardo Richard tentou um sorvete de toffee. À primeira visita dos professores o moço já ficou nervoso e deixou um utensílio ir ao chão.

Eduardo exagerou no açúcar do sorvete, o que comprometeu o congelamento adequado da receita, escolheu mal a louça, fez um empratamento feio e pesou a mão na flor de sal dentro do gelado. No entanto, reproduziu bem a técnica do caramelo. Juliana temeu o tempo e o resultado recaiu sobre a receita: reduziu o corte do salmão e os minutos necessários para a boa cocção da carne; Rodrigo lidou bem com a técnica e mal com o tempo, entregou nos últimos segundos o filé de porco bem temperado, com boa textura, mas carente de capricho e com o prato sujo. 

No geral, os chefs-professores puderam elogiar os quatro competidores, porém o prato de Lorena conquistou a melhor avaliação e a enfermeira foi direto para a semifinal. E ainda não era o fim, foi dito antes do início da prova que, caso digno, um segundo prato seria salvo pelos chefs-jurados. Foi o que aconteceu e Rodrigo teve o trabalho reconhecido e merecedor de estar tranquilo ao lado de Lorena. Para Nicoli e Richard, o pesado duelo para definir o último semifinalista.

A Prova de Eliminação inspirou-se na natureza totalmente inversa dos dois concorrentes dessa etapa e trouxe vinte cloches divididos em pares de ideias opostas como rico e pobre, terra e mar, Norte e Sul e gordo e magro. A gloriosa Lorena fez o melhor prato, então, precisou apontar quem começaria a escolher entre as dualidades. Buscando ser justa nos mínimos detalhes, sem fazer distinção entre suas afinidades, a piauiense passou a bola para Juliana. Primeira dupla de cloches erguida, Ju escolheu pirarucu e deixou uma carne para Edu, que, na sua vez, escolheu entre um ingrediente referente a gordo ou magro, e, assim por diante, ambos recebiam e repassavam a vez de escolha até que cada um estivesse com dez itens obrigatórios para cozinhar dentro de uma hora prova.

Juliana fez um pirarucu ao molho de Nata e limão caviar acompanhado de arroz com alcaparras e uma farofa de castanhas de baru e aliche. Os jurados queixaram-se da apresentação pouco sofisticada, embora a receita estivesse bem equilibrada e precisando de um pouco mais de sal. Eduardo fez uma barriga de porco com banana e ovo mollet sobre arroz carreteiro com carne de sol. A receita estava muito saborosa ao paladar dos chefs enquanto a apresentação demasiadamente rústica. A decisão parecia difícil, porém a  qualidade técnica empregada para o conjunto diversificado de alimentos saltou à vista e garantiu a Edu a passagem para a semifinal.

Fogaça avaliou o prato de Eduardo como mais completo e mais inteligente e Jacquin lembrou quantas desvantagens e provas de eliminação fizeram o participante crescer na competição, apesar do nervosismo. Juliana sempre manteve a linha da serenidade e destreza para planejar e executar as receitas, quaisquer que fossem os insumos bizarros entregues em suas mãos, como fígado com o leite condensado, por colegas que a consideravam forte oponente ou de quem era adversária direta – Helton.

A avaliação é e precisa ser justa, só lamento por Juliana não ter conseguido atingir o mínimo suficiente da qualidade de trabalho para estar classificada para a semifinal. Como os próprios jurados fizeram questão de relembrar, Juliana era para os cozinheiros (e sabemos, aqui fora, mesmo com grande torcida contrária) grande aposta de finalista. A frieza no trabalhar garantiu à candidata vitórias individuais e em equipe; o oponente final, Eduardo, sempre esteve às vésperas da eliminação, longe das grandes técnicas recebeu muitas broncas por pratos feios e pouco inspirados. Em algum momento a persistência e dedicação farão a diferença e Eduardo provou isso impossibilitando a semifinal que prometia ser, se não a melhor, uma das melhores até aqui no MasterChef Brasil. 



08 agosto 2019

Dancing Brasil 5 | Natalia Guimarães eliminada com 28,22% dos votos



Natalia e Rafa tiveram 28,22% dos votos do público e foram eliminados do #DancingBrasil! 🎵


05 agosto 2019

MasterChef | Haila é eliminada do reality, por Lédson Guimarães


Texto recebido em 05/08/2019

Chegamos ao Top 5 da sexta temporada do MasterChef Brasil para amadores. Haila, Eduardo Richard, Lorena, Rodrigo e Juliana Nicoli passaram por altos e baixos na competição, entre desempenhos ascendentes, decadentes ou oscilantes.

Haila ascendeu. Sua trajetória foi marcada por tirar os jurados do sério, principalmente Paola Carosella, durante cerca de dois terços do programa, por apresentar-se imatura e estabanada. As duras críticas negativas não abalaram o entusiasmo persistente da jovem, que sonha trabalhar com confeitaria. A força de vontade transformou broncas em apelos construtivos e... Quase deu certo. Haila ainda carece de muitos estudos, técnicas e controle emocional para chegar ao nível profissional.

Eduardo Richard e Rodrigo descreveram uma linha oscilante, muito embora exista um abismo entre o nível técnico de ambos. Eduardo sempre trabalhou sob o domínio do medo, da insegurança e com pouco conhecimento quando comparado aos grandes adversários. Alguns de seus pratos receberam críticas pesadas de tão horrendos. Rodrigo comia pelas beiradas e foi conquistando seu espaço entre os destaques positivos até provar que merece estar no Top 3. A calma, conhecimentos e ousadia rendem espaço para pratos, no mínimo, medianos.

Lorena e Juliana fazem parte da linha decadente com um porém: elas são acima da média. O declive na trajetória competitiva da dupla é ocasional mas, a qualidade está lá, no modo de preparo confiante de quem administra a própria cozinha diariamente. Acredito que Lorena está no topo da pirâmide, a fase inicial da enfermeira no programa foi apenas elogios. O desgaste da saudade da filha pequena somou-se aos diversos fatores de pressão na cozinha e o cozinhar desandou levemente. 

Juliana, também advinda da Enfermagem, teve desempenho inicial oscilante e decaiu suavemente. Ai de mim se disser isso em outras redes, mas, algumas derrotas da moça podem ter tido um empurrãozinho do rival Helton, quando o estudante, privilegiado com a vantagem por ter feito o melhor prato, selecionava os piores ingredientes para a colega se virar para entregar um prato tragável. Fora isso, a paulista cozinha serena como Rodrigo, com a diferença de algumas vitórias a mais (individuais e como capitã) na conta.

O episódio desse domingo teve a participação garantida por temporada de Alexandre Costa, fundador da Cacau Show. Chocolate é tudo de bom, exceto na cozinha do MasterChef, onde os cozinheiros temem a confeitaria. E por que não amedrontar os amadores com outro de seus terrores? A Caixa Misteriosa! Dessa vez, toda feita de chocolate. A delícia escondia frutas, vinho, chocolates da Cacau Show e a nova sensação suíça, o chocolate Ruby, de pigmentação natural rosa proveniente das sementes, de mesma cor, de uma variação de cacau.

Em apenas uma hora os competidores deveriam entregar uma receita doce ou salgada com o protagonista da noite. Tempo curto, ninguém acreditou que alguém arriscaria fazer um prato salgado com chocolate a essa altura do campeonato. Como Lorena não atreveria usar coentro aqui... E não usou. Mas Rodrigo é cabra macho e deu a cara a tapa. E doeu, deu ruim a carne de avestruz com o Ruby. Lorena e Haila também foram criticadas por seus pratos medianos. Os destaques positivos da prova foram Juliana, com um ravióli recheado com Ruby, e Eduardo, com uma tímida tartelete desconstruída. O curitibano, finalmente, se destacou positivamente e reinou sozinho no mezanino, lembrando da ausência de torcida e de ajudas dos coleguinhas para sua pessoa na semana passada.

A Prova de Eliminação veio sedenta para matar violentamente todo o sabor doce da Caixa Misteriosa. Se era sal que o Rodrigo queria, tome bacalhau. Novamente, nossos candidatos às quartas de final improvisaram uma receita para apenas uma hora de prova, com a vantagem de trabalhar com o peixe já dessalinizado - não o bastante. A tensão pairou sobre a cozinha e por muito pouco Haila não deixa de entregar o prato.

O risco de ir embora do MasterChef pesou para os quatro cozinheiros, Jacquin negou-se a parabenizar um deles que fosse. No entanto, Rodrigo venceu, com o bacalhau no vapor com tomate confit e purê de inhame, por pensar fora da caixa e por acertar o ponto do alimento. Sem delongas, Lorena também pôde subir para o mezanino e deixou para trás as concorrentes à última vaga. 

Juliana cometeu um erro crasso, digna da repreensão proferida por Jacquin. É que a paulista ignorou na cara dura os sobreavisos do chef a respeito de temperar o bacalhau com sal. O resultado era óbvio e parecia não haver saída para tamanha petulância tola. Ao menos, talento Juliana parece ter e conseguiu provar isso com todo o conjunto restante de sua obra gastronômica.

Haila, por sua vez, cometeu uma série de erros que, juntos, soaram mais graves aos critérios dos três jurados. O bacalhau gratinado foi apresentado de maneira grotesca, com um caldo no fundo do prato, que a cozinheira não sabia dizer de onde viera, e os demais ingredientes estavam fora do ponto ideal. Pior que isso foi ver Rodrigo e Lorena sorrindo diante das críticas negativas recebidas pela colega.

Com a eliminação de Haila, Eduardo está jogado às feras, deslocado e sem o auxílio de uma prova em dupla. Ou acerta nas escolhas de seus pratos ou conta com a sorte do mau desempenho de um adversário para chegar à final. 



31 julho 2019

Dancing Brasil 5 | Maria Paula eliminada com 23,11% dos votos



Maria Paula e Tutu tiveram 23,11% dos votos do público e foram eliminados do #DancingBrasil! 🎵