Torcida assume big fone e vota também pelo Globoplay; dinâmica  mais interativa do reality
  

O próximo ano promete mexer no tabuleiro do Big Brother Brasil. No BBB 26, além dos clássicos “pipoca” e “camarote”, entra em cena um terceiro grupo formado por ex-participantes. Jogadores com histórico, fãs fiéis e contas a ajustar voltando ao confinamento? Pode ser fogo no parquinho. Mas aí fica a pulga atrás da orelha: vai vingar? Vai dar certo?

A novidade não para no elenco. O público vai ter um joystick maior na “casa mais vigiada do Brasil”: será possível substituir um jogador por alguém de fora. É a chance de corrigir rota em tempo real ou abrir a porteira para reviravoltas caóticas. Democracia ou bagunça? Vai vingar? Vai dar certo?

Os temidos big fones também entram nessa dança. O controle passa a ser do público, que decide quando e como o terror toca. Estratégia vai virar sudoku: atende ou não atende? Lança risco ou recompensa? Com torcida apertando botões, a tensão promete ser de campeonato. Só que… vai vingar? Vai dar certo?

Nas votações, outra mudança: além do gshow, agora o Globoplay entra como canal oficial de participação. Mais portas abertas para votar é sinônimo de engajamento turbinado, mas também de disputa ainda mais acirrada entre fandoms. Vai equilibrar o jogo ou concentrar poder?

No papel, o BBB 26 chega com cara de temporada mais interativa de todas. Ex-participantes, público mandando no big fone, troca de jogador e voto ampliado no Globoplay: ingredientes tem. A receita, porém, só a cozinha do reality revela. Entre expectativa e suspense, a pergunta que não quer calar: vai vingar? Vai dar certo?

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