Antes de se tornar um dos nomes mais experientes da produção musical na televisão brasileira, Alexandre Castilho tomou uma decisão que mudaria completamente sua trajetória: abandonou a faculdade de Engenharia de Produção para apostar na música.
Mais de duas décadas depois, ele está à frente da produção musical do Estrelas da Casa 2026, que estreia em 25 de agosto com mudanças importantes no formato e uma participação ainda maior do público.
Da Vagabanda aos grandes artistas
Um dos trabalhos que ajudaram a projetar Castilho aconteceu em 2004, quando ele foi responsável pela composição e produção das músicas da Vagabanda, grupo fictício de Malhação que acabou virando um fenômeno também fora da novela.
O sucesso abriu novas portas. Alexandre passou a trabalhar na produção dos discos e do DVD de Marjorie Estiano e, ao longo da carreira, acumulou projetos com nomes como Tiago Iorc, Carlinhos Brown e Sandy & Junior.
Uma carreira construída também na televisão
Na Globo, o currículo do produtor vai muito além do Estrelas da Casa. Castilho participou de grandes projetos musicais e de entretenimento, incluindo Pipoca da Ivete, Big Brother Brasil, SuperStar e os últimos três anos do Especial Roberto Carlos.
Essa experiência agora é colocada à prova em um formato que exige decisões praticamente em tempo real.
Reality exige mudança de rota o tempo todo
Segundo Alexandre, trabalhar em um reality musical significa não saber exatamente o que estará de pé na semana seguinte. Uma eliminação, uma troca de música ou qualquer mudança no jogo pode obrigar a equipe a reconstruir rapidamente o planejamento.
Para ele, o produtor precisa acompanhar tudo de perto e estar disponível para mudanças repentinas. Diferentemente de uma produção musical tradicional, o reality não permite trabalhar com um roteiro completamente fechado.
Grupos mudam a dinâmica do Estrelas da Casa
Entre as principais novidades de 2026 está a formação de grupos ao longo da competição. A ideia é fazer com que o público não acompanhe apenas a evolução individual de cada cantor, mas também as combinações artísticas que surgirão entre eles.
Quartetos, quintetos e outras formações poderão mudar durante o jogo, criando novas possibilidades musicais e também novas estratégias dentro da competição.
Público terá participação direta
E a audiência não ficará apenas assistindo. O público participará do caminho para a formação desses grupos, interferindo diretamente em uma parte importante da dinâmica.

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