Após quarta ida ao Tá na Reta, JP prefere silêncio e preocupa aliados

A quarta ida de JP ao Tá na Reta parece ter pesado mais do que as anteriores. Após a formação da berlinda, o gerente de loja optou por se recolher mais cedo e passou boa parte da madrugada em silêncio, demonstrando abatimento com os acontecimentos da noite.

Percebendo o estado do aliado, Mari e Matheus decidiram se aproximar para tentar animá-lo. Os dois sentaram ao lado de JP e apostaram em brincadeiras, provocações e conversas leves para aliviar o clima. Apesar do esforço, o participante praticamente não reagiu e respondeu a maior parte das tentativas com poucas palavras.

Durante o bate-papo, Mari revelou que Vivão chegou a procurá-la para sugerir uma conversa com JP. Segundo a trancista, o estilista teria comentado que o participante estava magoado e precisando de apoio. A situação virou motivo de brincadeira entre os aliados, que tentaram arrancar alguma reação do amigo.

Em outro momento, Mari comentou que acredita que Vivão interpretou de forma equivocada a proximidade que existia entre eles dentro da casa. A participante reforçou que sempre enxergou a relação como amizade, enquanto avaliava que o estilista poderia ter criado expectativas diferentes ao longo do confinamento.

Mesmo com as tentativas de descontração, JP permaneceu visivelmente cabisbaixo. A indicação ao Tá na Reta, somada ao desgaste acumulado de semanas de jogo, parecia falar mais alto do que qualquer piada feita pelos amigos. Nem mesmo as provocações bem-humoradas de Matheus conseguiram arrancar um sorriso do participante.


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Créditos: R7/Disney