
Trajetória intensa de Gabriela chega ao fim no reality
Fim de jogo para Gabriela no BBB 26 — e não foi pouca coisa, não. A sister foi eliminada no décimo sexto Paredão com 64,12% da média dos votos, deixando claro que o público tomou uma decisão firme. Na disputa estavam também Juliano Floss e Ana Paula Renault, mas a diferença foi gritante.
Enquanto Gabriela recebeu a maior rejeição da noite, Juliano ficou com 29,24%, e Ana Paula passou praticamente ilesa, somando apenas 6,64% dos votos. Ou seja: o Paredão teve um alvo bem definido — e ele atendeu pelo nome de Gabriela.
A eliminação marca a saída de uma das participantes mais determinadas da edição. Aos 21 anos, estudante de Psicologia e vendedora ambulante, Gabriela entrou no reality com um objetivo claro: mudar a história da própria família. Trabalhadora desde cedo, ela construiu sua trajetória com esforço, vendendo doces e encarando a vida de frente.
Dentro da casa, se destacou por ser falante, intensa e cheia de personalidade, o que conquistou uns… e incomodou outros. Amante da natureza, trilhas e cachoeiras, Gabriela também carregava um estilo de vida livre e sem filtro — o que, no BBB, pode ser tanto força quanto fraqueza.
No fim, o público decidiu — e decidiu forte. Gabriela deixa o BBB 26 como a décima quinta eliminada, com uma saída que não passou despercebida. Agora, o jogo afunila de vez… e quem ficou já sabe: qualquer passo em falso pode ser fatal 👀🔥

Comentários3
O filho que a Ana Paula não pariu, mas criou.
ResponderExcluirTadeu disse ao vivo, sem querer dizer muito, que Juliano parece filho de Ana Paula. E acertou mais do que pretendia. Porque filho é exatamente o que ele é dentro desse jogo: herdou o manual, reproduz os gestos, baba o ovo com a devoção de quem nunca aprendeu a andar com as próprias pernas dentro de uma competição. Só que filho não ganha o jogo da mãe. Filho carrega a bagagem dela e chega cansado na chegada. E no Sincerinho, a arena estava montada. Tadeu reuniu todo mundo, deu voz, deu tempo, deu palco. Era a hora de Juliano dizer o que repete nos corredores da casa desde que Jordana virou o alvo favorito do seu grupo. Era a hora de ter a coragem que ele vende como moeda nas conversas de quarto. Apontou pra Gabriela. Sabonetou com a leveza de quem ensaiou o gesto no espelho antes de entrar ao vivo. E a torcida não cobrou. Nunca cobra. Porque a torcida de Juliano padece o programa com ignorância em relação ao jogo e estratégia. Querem ver o personagem que já conheciam antes da temporada começar. Isso é o que mais pesa na trajetória dele: não é que tenha jogado mal. É que nunca jogou de verdade. Jogar de verdade implica risco, implica exposição, implica defender uma posição quando ela custa caro. Juliano só defendeu posição quando a posição já estava protegida por pessoas ao redor. Quando ficou sozinho no argumento, quando Jordana encostou e exigiu resposta, saiu correndo junto com Ana Paula, os dois em fila, como quem lembra que tem um roteiro pra cumprir e debate não estava previsto no script.
O BBB já teve jogadores que chegaram à final sem ter sido os mais amados, mas eram inegáveis. Você podia não torcer, mas respeitava. Via ali alguém que construiu, que arriscou, que pagou o preço de alguma escolha com o próprio jogo. Juliano chega à reta final sem ter pago nenhuma conta. Chegou com desconto de promoção relâmpago, com cobertura, com a certeza de que a torcida importada de fora cobriria qualquer furo que o jogo expusesse. E o jogo expôs muitos. A torcida cobriu todos. O pior e inacreditável é que mais uma vez o Tadeu não tinha nada pra falar dele no discurso e quão fica cada vez mais evidente que sua presença até essa reta final no programa não foi construída, foi herdada da própria herdeira.
Tem gente que comparou e continua fazendo comparação infeliz de Juliano com Fiuk. E essa comparação, que nasceu como insulto, acabou sendo involuntariamente generosa com Juliano. Porque Fiuk entrou no BBB21 sem saber jogar, mas todo mundo sabia que ele não sabia. Havia uma transparência nessa limitação, uma honestidade involuntária em cada movimento torto que ele dava. Fiuk era o que parecia. Juliano tenta simular um jogador. Faz pose de jogador, fala o vocabulário do jogo, conhece os termos, tenta nomear a estratégia alheia com precisão de analista, e na hora de executar a própria, some. Fiuk pelo menos não fingia que tinha um jogo espetacular e ainda tinha mais carisma em suas interações com outros participantes de sua edição. Juliano passou a edição inteira fingindo que o jogo da Ana Paula era o dele. E isso não é parceria. É ausência. Fiuk merecia mais do que servir de régua pra medir essa ausência. Fiuk ao menos era divertido de assistir, com todas suas atrapalhadas. Divergiu e contestou diversas vezes a postura da favorita em sua edição, aquela que o país inteiro já havia coroado, e o fez sem medo de qualquer vexame, provocando até a própria até com a famosa derramada da cobertura de chocolate sobre o bolo e sem medo de ser o vilão de uma história que já tinha dona. Ganhou duas provas de resistência, sendo uma delas com ampla desvantagem física contra o participante mais atlético de sua edição, Arthur Picoli, aquele que todos consideravam imbatível no corpo a corpo com o relógio e com a exaustão. E Tiago Leifert, ali do palco, com aquele olhar que media cada centímetro da queda e cada milímetro da superação, sabia que o público não se apega a quem joga perfeito. O público se apega a quem, mesmo no chão, insiste em levantar. Fiuk levantou. Juliano apenas se sentou no colo do jogo alheio e chamou isso de estratégia com autoria. E essa é a diferença entre um participante que deixa rastro e um que só ocupa espaço.
ResponderExcluirVamos votar para tirar o Juliano,terá até mais graça o programa.
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