Levantamento da Rede Peão reúne os maiores índices de rejeição do reality em diferentes formatos de paredão


Segundo a Rede Peão, os números não mentem — e quando o assunto é rejeição no Big Brother Brasil, alguns paredões entraram para a história como verdadeiros massacres populares. O levantamento reúne os maiores índices já registrados no reality, separando os recordes por tipo de disputa (dupla, tripla e quádrupla) e também no ranking geral. Spoiler: o BBB21 domina sem dó.

No ranking geral de rejeições, Karol Conká segue intocável no topo. Eliminada no BBB21, ela saiu com impressionantes 99,17%, um índice que virou referência negativa no programa. Logo atrás aparece Nego Di, da mesma edição, com 98,76%, confirmando que 2021 foi um ano particularmente implacável com o público. Viih Tube fecha o pódio com 96,69%, também no BBB21, consolidando a edição como a mais severa da história em termos de rejeição.

Quando o recorte é paredão triplo, o cenário se repete com força. Karol Conká novamente lidera, seguida por Nego Di e Viih Tube — todos do BBB21. A lista ainda traz nomes como Camila (BBB25), Patrícia Leite e Nayara de Deus (BBB18), mostrando que rejeições altas não são exclusividade de uma única geração do programa, mas que certas edições realmente concentram revoltas coletivas.

Nos paredões quádruplos, o recorde muda de mãos. Quem lidera é Leidy Elin, do BBB24, com 88,33%, um número alto para um formato mais diluído de votação. Na sequência aparecem Pétix (BBB20), Paula e Larissa (BBB23), além de Jessy (BBB22). Aqui, os percentuais são menores que nos paredões triplos, mas ainda assim expressivos — sinal de rejeição clara, mesmo com mais opções na disputa.

Já nos paredões duplos, a campeã histórica é Aline Cristina, do BBB5, com 95%, um recorde que atravessou décadas sem ser superado nesse formato. Felipe Cobra (BBB7), Rogério Padovan (BBB5) e Rafael Leandro (BBB12) também aparecem com índices acima dos 90%, reforçando que, quando o público escolhe entre dois, a rejeição pode ser direta e devastadora.

No fim das contas, o levantamento da Rede Peão escancara um padrão: rejeição extrema costuma nascer da combinação entre comportamento mal avaliado, narrativa negativa forte e momentos decisivos do jogo. E se alguém ainda duvida do poder do voto popular no BBB, esses números estão aí para lembrar — o público não perdoa, não esquece e, quando decide rejeitar, faz história.

Rede Peão
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Créditos: GShow, Rede Peão