Ana Paula lidera o carinho e também o ranço, enquanto Brigido surge como o nome mais vulnerável do jogo

O Queridômetro Votalhada mostra Ana Paula Renault isolada no topo. A participante lidera com folga, sustentada por engajamento constante, torcida ativa e presença diária no debate do público. Não é uma liderança ocasional: existe base sólida, mobilização e fidelidade, elementos que costumam garantir sobrevida longa no jogo.

Logo atrás, Alberto Cowboy aparece como o nome mais estável depois da líder. Ele ocupa um espaço confortável entre os favoritos, com desempenho regular e sem oscilações bruscas. Não é explosivo, mas transmite segurança, o que o mantém longe das zonas de risco neste momento.

O segundo pelotão chama atenção pelo equilíbrio. Jonas Sulzbach, Sarah Andrade e Juliano Floss surgem tecnicamente empatados, formando um trio com aceitação suficiente para seguir no jogo, mas sem margem para erros. Chaiany, Milena e Sol Vega aparecem logo depois, em uma faixa intermediária que ainda respira, mas depende de protagonismo ou conflito para avançar.

Mais abaixo, Babu Santana apresenta apoio moderado, enquanto Brigido já entra em uma área delicada, com baixo acúmulo de carinho. A partir daí, o cenário se pulveriza: muitos participantes entre 1% e 4%, indicando baixo envolvimento emocional do público, um dos sinais mais perigosos no BBB.

No Rançômetro, o jogo vira. Ana Paula também lidera a rejeição, confirmando seu perfil polarizador. Enquanto o saldo do carinho se mantiver positivo, o ranço funciona mais como combustível do que ameaça. Brigido, porém, aparece em situação crítica, com rejeição alta e pouco apoio, formando a combinação clássica de risco em paredões.

Sarah, Milena, Maxiane e Jonas compõem um bloco de rejeição média, sinalizando desgaste progressivo. Juliano, Babu e Sol Vega seguem em uma faixa intermediária que ainda não assusta, mas exige atenção. O restante do elenco divide um ranço homogêneo, sem vilão absoluto, mas com vários nomes descartáveis.








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Créditos: Votalhada