Ideia é juntar quem discorda dos dois lados e formar um bloco real de votação  

Fernando aproveitou o pós-treta da “guerra de comida” para lançar uma ideia que pode mexer no tabuleiro: criar um terceiro grupo com peões que estão incomodados com os dois lados atuais. Para ele, já passou da hora de juntar quem pensa parecido em relação à convivência e ao jogo. Renata embarcou rápido: disse que quer se aproximar de quem realmente concorda, sem a obrigação de seguir um comboio apenas por inércia.

Pragmático, Wallas puxou a conversa para a matemática da Sede: nesta fase, voto é quantidade. Segundo ele, afinidade ajuda, mas o que decide roça é quem topa votar junto no mesmo alvo. A lembrança veio com tom de alerta: não adianta uma “terceira via” se ela não tiver lastro numérico para enfrentar blocos já organizados.

Fernando, então, comparou os polos: afirmou que a turma da Casa da Árvore/Dudu o agrada “muito mais” do que o que chamou de “jogo de canalhas” do outro lado. Na leitura dele, há lealdade no grupo de Dudu — menos cinismo, menos disfarce — e isso pesa na hora de formar qualquer aliança. Ao mesmo tempo, ele reconheceu que há pontos de atrito com alguns nomes, reforçando que ninguém concorda 100% com ninguém.

No fim, ficou encaminhado: conversar com potenciais aliados, mapear os insatisfeitos dos dois lados e entender se a “terceira via” nasce como bloco de votos (prioridade imediata) ou como eixo de convivência (ganho de médio prazo). Se sair do papel, a nova frente pode virar fiel da balança nas próximas formações de Roça — ou morrer na praia se ficar só no discurso.

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