Com Yoná, Wallas resgata embates e acusa hipocrisia no “perdão de ocasião”  

Wallas Arrais botou fogo no feno na Dinâmica de Apontamento e carimbou Luiz Mesquita e Yoná Sousa como “farinha do mesmo saco”. Começou por Mesquita: disse que o lutador virou decepção, que posa de “não sei jogar, me ensinem”, mas age por conveniência. Lembrou que o amigo escolheu o “grupão” para somar voto e que faltaria visão de jogo. O ponto mais sensível: Mesquita teria se emocionado ao comparar a acusação que Yoná fez a Wallas com uma injustiça que o pai dele viveu lá fora; por isso, ver o lutador “comendo pipoca” com Yoná hoje seria, para Wallas, incoerência máxima.

Wallas também puxou a carta “palavra”. Disse que salvou Yoná no Resta Um por compromisso assumido com Carol e com o grupo, não por afinidade, e que teve chance de colocar Mesquita na roça e não o fez por honrar o que diz. Já com Yoná, ele resgatou brigas antigas e cutucou a suposta hipocrisia: no ao vivo, ela teria condenado quem briga e depois pede perdão, mas, quando errou com ele, foi a primeira a pedir desculpa. Resultado: rótulo de “sabuneteira de baixa qualidade” e frase de efeito: “Te perdoei; esquecer, não”.

A defesa veio forte. Mesquita não aceitou a pecha de conveniente e contestou o paralelo sobre o pai; Yoná rebateu dizendo que não “denunciou” Wallas, que desabafou no calor do momento e pediu para o assunto parar porque doía. Acusou o cantor de esticar a pauta, de usar temas alheios para se sustentar no jogo e de trair alianças — citou Renata, disse que ele muda conforme o vento e vive de leve-e-traz.

No saldo da treta: Wallas constrói o enredo em dois pilares — coerência (quem você critica x com quem anda) e palavra empenhada (Resta Um como prova de caráter). Do outro lado, Yoná e Mesquita tentam virar o jogo para o campo da conveniência de Wallas e da exploração de pautas sensíveis. Ninguém arredou o pé: tem ferida aberta, perdão sem esquecimento e bastante munição para os próximos votos.

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