Fazendeira exige organição na hora do trato; Saory reclama
do tom e cogita abandonar a tarefa  

A semana mal começou e a temperatura subiu no curral. Rayane Figliuzzi, Fazendeira, colocou Saory Cardoso para dividir o trato da vaca e dos búfalos com Dudu Camargo — e decidiu acompanhar de perto. Daí nasceu a faísca: Rayane cobrou execução “pelo manual”, Saory rebateu do jeito dela, e a conversa degringolou para ironias, levantando a hipótese de abandono da função por parte de Saory: “Não vou aguentar essa mulher perto de mim”, desabafou. Rayane cravou a hierarquia da semana: “Sou a Fazendeira e você vai ter que me engolir”.

O pano de fundo é simples: no trato, ordem e procedimento importam. Rayane repetiu mais de uma vez o passo a passo e alertou sobre punição individual se houver erro (ou se alguém deixar etapa para depois). Saory reclamou do tom (“chega gritando”, “deboche”), disse que estava lendo o manual e questionou detalhes práticos (qual carrinho usar, qual etapa vem primeiro). No meio do fogo cruzado, Dudu foi chamado para compor e destravar o processo — e a Fazendeira prometeu ensinar “com carinho”, sem abrir mão do protocolo.

Como é o trato correto (resumo do manual prático)

  • Ordem das baias: começa na vaca e só depois vai para o búfalo

  • Cores dos carrinhos: vermelho = ferramentas; verde = comida/ração

  • Fluxo: 1) conferir utensílios no carrinho vermelho; 2) vaca primeiro (limpar, repor, ordenar, ordenha conforme instruções); 3) trocar para o carrinho verde e alimentar; 4) repetir o processo no búfalo

  • Pontos de atenção: não largar carrinho fora de lugar; ler o manual antes; punição é individual

Quem faz o quê (nesta divisão específica)

  • Saory Cardoso — Trato dos búfalos (em dupla de rotina com Dudu, sob fiscalização da Fazendeira)

  • Dudu Camargo — Trato das vacas (e apoio geral de curral quando acionado)

  • Rayane Figliuzzi (Fazendeira) — Coordenação, checagem do manual, conferência de carrinhos, sequência vaca→búfalo e cumprimento de horários

O que está em jogo

  • Para Saory: cumprir o manual evita punição e rende serviço; peitar o tom até pode agradar parte do público, mas abandono de função costuma queimar com a casa

  • Para Rayane: fiscalização firme reforça liderança, mas excesso de bronca/ironia pode virar narrativa de perseguição

  • Para Dudu: “amortecedor” entre as duas; se ajudar a destravar o trato, ganha ponto de articulador prático

Tradução da treta: o trato é técnico, mas a briga é de gestão + comunicação. Seguir o manual tira o conflito do campo pessoal; qualquer atalho vira munição para punição, VT e voto.

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Créditos: R7.com