11 dezembro 2014

Aninha Albuquerque: Master Chef Brasil
Preparando para a reta final!


Preparando para a reta final!


Nossa, gente! Passou muito rápido mesmo!
Acho que para a primeira edição brazuca do MasterChef, o povo está se saindo bem, né?
Tenho ressalvas quanto a posturas, principalmente dos Chefs-jurados, coisa de emissora, e tem que levar em conta que aqui no Brasil, principalmente quando o negocio é Reality Show, não importa de qual segmento, há uma certa tendência de ir levando o programa com base na audiência, e aí leia-se preferências, favoritismos, etceteras, e etceteras...






Ontem, Terça-feira, 9 de Dezembro, no episódio 15, já saiu o último participante antes da semifinal.
As provas foram bacanas. Para começar, uma degustação para adivinhar os ingredientes de um ensopado preparado pelos Chefs-jurados. Luís, que acertou 4 dos muitos ingredientes ficou com a vantagem para a primeira prova, que tinha como protagonista a famigerada caixa misteriosa, desta vez, composta por ingredientes do Pará. Os cozinheiros tinham à disposição polpa de açaí, farinha de tapioca, tucupi, castanha do Pará, farinha d'água, camarões secos, cupuaçu, flor de jambu, filhote (peixão carnudo e delicioso!), banana da terra, chicória do Norte, e coentro.
Luís, além de já estar familiarizado com boa parte dos ingredientes da caixa, ainda ganhou o direito de retirar um ingrediente à sua escolha da caixa de cada um dos competidores. E ficou assim: Helena ficou sem a polpa de açaí, Elisa ficou sem o tucupi, Jaime ficou sem o filhote e Mohamad ficou sem as castanhas do Pará. Cada um teria que se virar apenas com os ingredientes que sobraram, sem direito a supermercado. Haveria apenas um prato escolhido nessa prova, e o autor já estaria na final.

Jaime, que obviamente ficou com a maior desvantagem, achou que Luís só poderia ter tirado o peixe da sua estação por achar que ele era um competidor forte, uma ameaça...
Os concorrentes olhavam pensativos para suas bancadas enquanto os Chefs e Ana Paula davam instruções para a prova, indecisos quanto ao que fazer. Com uma hora adiante para preparar seus pratos, o povo começa a examinar melhor os ingredientes, e bolar idéias. Helena foi uma que provou ingredientes para ter ideia das coisas com as quais estava lidando, e acabou por ficar com a boca dormente por causa do jambu! Luís já sabia o que cozinhar, e se preparava para testar alguns sabores para ter certeza das combinações. Jaime estava perdidinho, lidando com os camarões secos e tentando ter idéias, mas nada dava certo.
Elisa pensou um pouco, logo estava com a ideia para o seu prato, e trabalhava com alguns ingredientes, já começando mesmo a preparar uma farofa enquanto cozinhava uma banana.
Mohamad tentaria algo diferente ao fazer um nhoque de banana da terra, e os Chefs-jurados, que já andavam a bisbilhotar pelas bancadas, fazendo as perguntas costumeiras, dando toques aqui e alí, palpites lá e acolá, pareceram surpresos com o menino maluquinho. O francês até empolgou-se, já sabendo o que diria sobre o maluquinho depois, segundo ele mesmo, dizendo aos Chefs e à apresentadora que mais tarde contaria para eles quem é o Mohamad! Quando esse Jacquin dá pra querer ser engraçadinho a coisa só piora viu? Ai ai...

Uma coisa que é certa neste programa é o fato dos Chefs meterem demais o bedelho na comida dos competidores. Tem horas que eu tenho certeza de que há mesmo a intenção de ajudar a uns, atrapalhar outros... Sei lá, se a gente considerar as trajetórias dos participantes desde o início, dá pra dizer direitinho quem é favorito ou recebe mais proteção dos Chefs-jurados. Podem ter certeza de que não é implicância minha, o que me parece mesmo é que o pessoal que produz o MasterChef presta muita atenção no que diz o público, mas no sentido de quem são os preferidos pela galera da audiência, e dali eles já dão as deixas para os Chefs, que seguem o fluxo do gosto do povo. Infelizmente, realities são feitos assim aqui no país, e está longe de ser diferente, de mudar. Me refiro a programas em que o público não vota, mas nem por isso deixa de ter voz ativa, principalmente levando em conta que as redes sociais estão repletas de tags e cometários sobre os participantes, suas peripécias, etc...  Mesmo nos programas onde o público pode votar, acontece sempre da decisão ser simplesmente tomada pela direção, forças maiores, etc., se é que deu pra me entender, né? Imbecis similares que acham que ninguém percebe quando a coisa é  "afanada", levada na mão grande... Lógico que vai ter muita gente que discorda do meu ponto de vista, e é justo, cada um vê como quer, né? Mas o que eu vejo sempre, e tenho assistido desde o comecinho do programa, é exatamente essa tendência de agradar à audiência para continuar com o público fiel e disposto a assistir a uma provável próxima edição. Se fosse apenas com o MasterChef Brasil que isso acontecesse estaria de bom tamanho, né? Mas não é, infelizmente.

Bom, voltemos à vaca fria. "Aconselhado" pelos Chefs, Mohamad desistiu de fazer tacacá e decidiu fazer um molho com base no filhote para acompanhar o nhoque, para "não dar o passo maior que a perna" como sugeriu o Pit-Chef Fogaça. Helena seguiu com uma ideia de preparo do peixe num caldo, testando e testando para ter certeza do sabor, e parece que estava satisfeita com o resultado, embora não extremamente segura. Elisa se apressava para terminar seu prato, e chegou a pedir uma diquinha para Luís, que a aconselhou a terminar o peixe no forno após dar uma grelhada. Jaime passou por fases, e acabou decidindo fazer um teste com uma tapioca, foi até apressado por Paola, que deu uma salvadinha básica no fófi que seguia pensando devagar demais para o tempo restante. O teste deu certo, e a tapioca doce tomou o lugar do camarão, começando a ser preparada à maneira do professor. Luís seguia aparentemente tranquilo, preparando o prato da forma que havia pensado, não querendo exagerar na quantidade de ingredientes, e até se permitindo arriscar com um ingrediente ou outro, já sabendo que a cobrança seria grande em cima dele, por estar muito na zona de conforto com os ingredientes disponibilizados.
Destaquezinho básico para Fogaça mostrando um sorrisinho orgulhoso quando Mohamad responde à sua pergunta sobre qual a inspiração do fófi para fazer o nhoque, e ele reponde que no restaurante do Chef e em um outro... "Confere??". Sabemos, então, que nosso fiozinho desencapado não é total desconhecedor de restaurantes bacanas, né?
Uma hora passada, contagem regressiva, Chefs e apresentadora apressando os cozinheiros para terminar a tempo. Nó! Achei que Elisa não ia entregar o prato! Chegou a se queimar no finalzinho, coitada! Correria usual seguida das mãos ao alto.

Avaliação.
Jaime é o primeiro a ser julgado. Seguro com o prato, a única coisa que o preocupa é a apresentação, coisa que ele mesmo reconhece que precisa estudar. Sua Tapioca com calda de açaí, cupuaçú e castanha do Pará foi provada por Jacquin, que curtiu, por ter muito menos açúcar do que o normal. O Chef disse que achou a escolha dos ingredientes inteligente, e deu uma zoada com o garfo nas linhas horizontais feitas pelo cozinheiro com a calda no prato... Paola riu da decoração, fez algumas perguntas sobre inspiração, e curtiu muito depois de provar, apesar da "apresentação terrível". Fogaça afirma que Luís queria prejudicar o professor quando tirou o filhote dos seus ingredientes, e deu os parabéns ao moço pela sobremesa gostosa. Jaime volta para a bancada sorridente!
Helena, nervosa, leva aos jurados o seu Peixe no tucupi com camarão e purê de banana. Paola, a primeira a provar, fica satisfeita com o prato equilibrado, dizendo que a fófi conseguiu fazer o que tinha em mente com os ingredientes, e que parecia um prato executado num grande restaurante do Brasil. O elogio de Jacquin, que achou o prato muito bom e bem temperado, foi sobre a comida de Helena ser verdadeira, e diz ser por isso que ele gosta. Helena é um sorrisão só, toda feliz com a avaliação, ë saiu de lá "flutuando", segundo ela mesma!
Elisa é a próxima, trazendo seu Filhote grelhado com farofa de castanha do Pará e banana da terra para ser provado por Fogaça. O Chef achou tudo muito seco, sentindo falta de algum molho no prato. Jacquin faz caretas, dizendo também que está muito seco, e dando alguns toques, como fez Fogaça, para que a moça possa melhorar o prato. Ele finaliza dizendo que está como chumbo, cartucho de 12, e que Elisa sabe fazer muito melhor do que aquilo.
Luís está seguro com o festival de sabores, segundo ele mesmo, que usou para compor seu Filhote ao molho de açaí com banana e castanha do Pará. Ele descreve para Jacquin um prato elaborado, dizendo o que fez com que, e o Chef prova, e pra variar, acha que ";é muita coisa". Sempre é 8 ou 80 com o sapo-boi-bipolar-française né? Ou é muita coisa, ou é muito pouca coisa... Jacquin acha que Luís tentou apresentar uma região inteira.  Paola achou o peixe seco, e diz que é o único defeito no ponto de vista da execução. Ela acha que todos os ingredientes usados têm muita presença, muita personalidade, então acaba sendo demais. A Chef ainda comentou sobre os ingredientes que sobram ou faltam para dizer que o prato de Luís poderia ter sido o melhor do dia. Depois de provar, Fogaça pergunta ao moço se ele talvez não devesse ter tirado um ingrediente da própria caixa também. O Chef diz que esperava mais de Luís naquela prova.
Mohamad chega confiante com o seu Nhoque de banana da terra com filhote no tucupi. Paola já chega para provar o prato com um sorriso, e é só elogios. Para ela, é o melhor prato que o competidor fez até alí. Fogaça pergunta a Mohamad se ele quis desafia-lo ao fazer o nhoque de banana da terra. O cozinheiro diz que não, e que foi inspiração mesmo... Fogaça prova e diz que ficou feliz por ter servido de inspiração para que o competidor pudesse fazer algo semelhante e gostoso, e dá os parabéns ao moço, elogiando e fechando com um "Aleluia!". Jacquin, o engraçadinho da vez, começa a provar do prato e decide colocar o guardanapo na gola da camisa antes de continuar. Então come mais um pouco e volta a falar ( e eu aaaacho que estava claro que ele tinha planejado fazer essa cena quando viu o que Mohamad estava cozinhando minutos atrás!) sobre a oportunidade em que ele disse ao rapaz que ele nunca seria um cozinheiro, dizendo que tinha certeza de que estava errado. Ha-ha-ha... Está óbvio que ele esperou a hora certa para dizer isso e fazer a média dele no programa, admitindo o erro e tal e coisa... O francês gosta do prato, mas acrescenta que "às vezes dar bronca é bom". Como se não bastasse, Jacquin diz ao emocionado Mohamad que ele sabe quem o moço é, e vai dizer ao Brasil inteiro. Ta-dááá... Tem uma cena toda, o Chef comendo sem parar, dizendo que Mohamad não é normal, como é que ele conseguiu fazer um nhoque de banana com tucupí, que ele nunca imaginava isso... fala que pensou em "Rambo número 1", minha nóóóóssa! E me sai com "Você é o MacGyver da gastronomia MasterChef!!". Bom, claro que todo mundo caiu na risada, principalmente porque nem com Paola corrigindo o francês conseguiu falar o nome do personagem direito. Mohamad ri muito, recebe os parabéns e volta para seu posto todo contente.
Preciso dizer quem foi escolhido como o autor do melhor prato da noite? Depois dessa cena toda, pelo menos pra mim, ficou meio óbvio que escolheriam Mohamad para ir para o mezanino-ex-camarote da Cecília. Ba-ta-ta! Mas sério, parecia mesmo que o prato estava bom, a presentação estava bacana, a ideia foi ótima, o menino maluquinho mereceu! Dona Helena recebeu muitos elogios também! Na verdade quando ví o prato sendo apresentado, até achei que ela venceria a prova... Ma va bene, Mohamad na final, né?!

Preparação para a prova eliminatória!
Adriano Kanashiro foi o Chef convidado para dar um workshop sobre cozinha japonesa. Ele fala de pontos de cocção, mostra algumas técnicas básicas de corte de peixe, discorre sobre sabores, temperos e ingredientes, falando também sobre a simplicidade, que na verdade é o que torna a culinária japonesa complexa. Hora da fófi aqui passar vontade... AMO comida japonesa, gente!!! O Chef  "japa" fala um pouco sobre peixes mais conhecidos como robalo, atum, salmão, sobre como são versáteis, e então corta um pouco de atum, prepara o peixe grelhado com chuchu -que não tem no Japão- e cogumelos, falando sobre ponto ideal de cozimento, e aconselha sobre o uso de outros ingredientes que podem ser usados para enriquecer o prato como ele acabara de fazer. Os competidores provam do prato preparado pelo Chef, deliciados! Adriano ainda ressalta como é importante poder sentir o sabor de todos os ingredientes.
Na sequência os cozinheiros têm os 2 minutos de costume para ir ao supermercado pegar ingredientes. Eles precisam preparar um prato inspirado na culinária japonesa, e agora as técnicas aprendidas com o Chef Kanashiro vão ser úteis... Ou não né? Tinha gente bem nervosa ali!

Elisa já se decidiu por um prato quente assim como Helena que escolheu preparar salmão. Luís vai preparar atum selado. Jaime escolheu preparar salmão.
Elisa parece estar cortando o peixe direitinho, do jeito que assistiu o Chef Adriano fazendo, o que é comentado na rodinha dos Chefs. A conversa entre os eles é sobre a difusão da culinária japonesa no Brasil, como ela foi impulsionada por aqui no começo dos anos 2000, e também sobre as escolhas dos competidores para preparar seus pratos.
Começam as andanças dos Chefs por entre os cozinheiros, dando toques, palpites, como sempre metendo a mão nas panelas ou deixando os caras mais nervosos ou inseguros quanto às suas escolhas e técnicas.
Jaime era um que estava preocupado, mostrando não ter as manhas de cortar o salmão. Fogaça acaba dando uma dica para que o professor faça salmão em duas versões depois de ver o moço preparando uma coisinha simples, aliás simples demais.

Sei lá, a intenção pode ser boa, mas dar dicas é uma coisa, ajudar participante com escolhas e preparações dos pratos é outra, certo? Me parece que muitas vezes tem muita participação dos Chefs, chega a parecer intromissão, talvez até proteção com alguns fófis ali...
O tempo passa, e logo dá pra saber quem está indo no caminho certo e quem está se atrapalhando mais. Pelo que vi ali, até que não houve muita chacina com os peixes, nada muito destroçado, mas dava para ler as incertezas e inseguranças nas testas dos competidores. Kanashiro visita algumas bancadas e dá alguns conselhos, algumas dicas, algumas idéias...
Do mezanino, Mohamad se desesperava ao observar os companheiros às voltas com facas, frigideiras, panelas e ingredientes... Lá nas estações de trabalho, a pressão é grande, já que a final se aproxima, e um entre os competidores vai pra casa.
Relógio correndo, e já dá para sacar as marcadas de Jaime, que demonstra grande falta de familiaridade com a gastronomia japonesa, embananado com o salmão na frigideira cheia de óleo. Jacquin berra lá da frente uma tentativa de dica para o professor, que me pareceu que se atrapalhou ainda mais. Elisa e Luís pareciam estar numa boa com seus pratos já quase no final da prova, e não pareciam muito nervosos. Helena também parecia satisfeita. Jaime ainda consegue pedir uma dica de montagem do prato, que Fogaça dá, faltando alguns segundos para acabar a prova.

Acabado o tempo, Luís é o primeiro a ser chamado. Seu prato é um Atum com crosta de gergelim e manga, e Fogaça é o primeiro a provar. O Chef pergunta se o corte é para sashimi ou medalhão, e Luís fica sem resposta. Jacquin acha o atum "muito grande", e Kanashiro questiona o porque da escolha do corte da manga, achando que o cozinheiro poderia ter acrescentado alguma verdura. A avaliação do prato, segundo Fogaça, é que não estava com o visual bonito, embora o molho que Luís preparou estivesse bom, e era um medalhão de atum. Jacquin achou o ponto perfeito, mas a apresentação péssima, dizendo que parecia um bife com salada de fruta de manga... Já Kanashiro achou o ponto do atum certo, mas a proporção do tamanho da fatia de atum estava errada. O Chef disse que não conseguiria usar um hashi e colocar uma fatia inteira na boca, e achou que a manga poderia ter sido mais trabalhada para dar um toque mais oriental.
Jaime é o próximo. Ele preparou Salmão grelhado e sashimi com cogumelos, pepinos e abobrinhas. O professor explica para Jacquin que usou abobrinha por ser um ingrediente brasileiro, seguindo um dos conselhos do Chef Adriano, que é o próximo a provar do prato, seguido por Paola. Jacquin comenta sobre como é difícil para alguém que não sabe muito de uma gastronomia como a japonesa impressionar, e ficou óbvio que Jaime poderia ter feito outra coisa ao invés de tentar confeccionar um sashimi. O francês também criticou a quantidade de nabo no prato, que parecia que era sobra. Kanashiro até achou que a mistura de abobrinha e cogumelo shimeji ficou OK, mas o ponto do salmão estava errado, não chegou lá. Paola disse que dava para ler todas as limitações de Jaime no prato dele, que ele deveria ter ficado dentro do que sabe.

Nos bastidores, Helena, próxima a apresentar o prato, dissse que achava que faltaria tempero, que não sabia se tinha acertado a mão. Seu prato era um Salmão ao molho cítrico com cogumelos salteados e pepinos. Adriano Kanashiro é o primeiro a avaliarar, e hesita ao provar o salmão. Ele menciona que, na aula, citou o atum, e não o salmão como o peixe que era bom de se fazer mais alto, num ponto mais mal passado. Paola é a próxima, seguida do Pit-Chef Fogaça, que olha torto para o peixe ao cortá-lo, e então resolve que vai fazer pose, separando as pernas antes de dar a primeira bocada. Quando perguntada se tinha gostado, Helena responde que tinha, mas já não estava tão certa se estava bom. Hanashiro fala do tamanho errado do salmão, mesmo para sashimi, mas diz que gostou do sunomono de pepino, dos legumes bem cortados, mas faltou um pouco de tempero. Paola gostou da apresentação, da idéia, do pepino, mas o ponto do salmão estava errado. Fogaça achou o prato lindo, as cores, amontagem, mas na opinião dele, faltou tempero nos legumes, e ele apontou também o erro do ponto do peixe.

Elisa levou seu Atum com gergelim tostado ao molho tarê e cogumelos para ser avaliado. Paola começa a provar o prato, seguida por Jacquin, que, todo engraçadinho de novo, fazendo caras e bocas, cortou o peixe, provou, mastigou de olhos fechados, e perguntou se ela não estava feliz... Ela diz que apenas estava nervosa, e o Pit-Chef diz para ela levantar a cabeça... Paola chama a atenção da fófi, dizendo que se ela não consegue ficar calma alí, que nem é uma cozinha profissional, num restaurante, com toda a pressão, etc., etc., então ela estava no lugar errado. Kanashiro prova, pergunta sobre alguns ingredientes, e diz que achou o ponto do peixe correto, e gostou da apresentação do prato como um todo. Paola elogia o prato, dizendo que está perfeito, fala que Elisa está crescendo muito como cozinheira, mas que precisa crescer também na postura. Jacquin gostou de tudo no prato, e sentiu felicidade ao comer da comida da fófi. Ele disse que não é hora de ser triste. Ele agradeceu pela comida.
Ó lá Elisa... carece ficar tão nervosa e insegura, guria? Na calma se vai mais longe! ;) A decisão do Chef Adriano Kanashiro foi a favor do prato de Elisa, elegendo-o o melhor da noite! Elisa juntou-se a Mohamad no mezanino toda feliz, embora nervosa por Helena, a amigona/mamãe dela alí no programa.

Na decisão final, o ponto certo do peixe de Luís contou a favor para que ele permanecesse no programa. Entre Helena e Jaime, que fizeram salmão, o corte errado do peixe de Jaime, somado à falta de técnica e de criatividade contaram para que ele fosse eliminado. Embora o ponto do salmão de Helena estivesse errado, o prato estava mais sofisticado e melhor do que o do concorrente, que voltou para a Cohab 1, como ele mesmo diria. Esse professor chegou bem longe, deu um exemplo bacanérrimo de foco e garra, de acreditar num sonho e dar o sangue por ele, tanto para o filho quanto para os alunos! Desejo muita sorte pra ele, de verdade!
Helena, como sempre, ficou triste por Jaime, mas ao mesmo tempo aliviada! Dona Helena é emotiiiiva! Parabéns Helena, e bola pra frente fófi, que tá chegando a final!
Povo, Quinta-Feira tem mais!! Dois programas na mesma semana, haja coração né?? Bóra assistir e torcer? Depois eu comento! Beijinhos, e até já já!! Aaaai que nervoooooso gente!!



- Aninha

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