20 novembro 2014

Aninha Albuquerque: Master Chef Brasil
Culinária lúdica, caça no fogo e previsões se cumprindo! Nó!


Culinária lúdica, caça no fogo
e previsões se cumprindo! Nó!


Opaa!! Parque de diversões! Diversão na certa, né? Nem sempre... Principalmente quando a tarefa é ir pra esse parque e cozinhar para crianças! Essas são membros da Fundação Cafú, e merecem tratamento especial. Mas criança é criança, não importa de onde venha. Eu não sou mãe, mas tenho lá minha carga de experiência com crianças, e eu posso dizer que é bem grande, tipo, quase metade da minha vida, tanto profissional quanto pessoal. E nessa minha experiência eu aprendí uma coisa: normalmente elas vão te dizer as coisas "na vera", o filtro delas é quase que inexistente em grande parte dos casos, e pra comer direito, o ranguinho tem que agradar de verdade, ou então não rola. Tem que ter as manhas, cuidado e carinho.
A prova em equipe era cozinhar para 30 das crianças da fundação, cada grupo teria que fazer um prato salgado e um doce. Tudo saudável, sem muito açücar ou sal, nem aquele negócio de fritura e gordura até as orelhas. Elisa e Jaime, como melhores da prova da semana anterior, foram escolhidos como os capitães de equipe. Elisa ficou com o avental azul, Jaime com o vermelho.

Escolha dos times. Elisa sai com Cecília, Helena, e Mohamad. Jaime escolhe Flávio, Luis, e acaba ficando com Jamyly (segundo ele, até por cálculo, e por uma questão de ela ser o elo mais fraco, não saber cozinhar, e em caso de perda do time vermelho, a probabilidade de ele próprio sair seria menor... danadjeeeeenho!).
Aí vem a surpresinha nada bem-vinda anunciada por Shun-Li Padrão de macacão: troquem! Hahahaha! Danou-se! No final das contas, os fófis capitães escolheram a equipe com a qual competiriam!! Mas hein?? Caras de espanto, decepção... annoying!!! Sacanagem, acho eu. Os caras vencem uma prova pra ter vantagem, e essa vantagem é transformada em cilada?! O único sentido que eu vejo numa coisa assim é colocar grupos que não trabalham juntos normalmente pra interagir, pra variar. Mas do jeito que foi feita a coisa pareceu sacanagem pura, pisada na bola mesmo! #prontofalei ! Mas tá bom, vá... adorei! hahaha!

Passou, passou, vá! Depois do susto, delegam-se as funções, são passadas as orientações... Elisa decide rapidinho quem faz o que e começa a movimentação. Jaime já sai de big boss e manda os membros da equipe azul ficarem em suas estações sem trocar. Cozinheiros com as mãos ocupadas, e logo chega a Pati-chef Paola para o interrogatório do grupo da Elisa. Caras e bocas durante a explicação dos pratos. Ai ai ai... E do outro lado, Pit-chef Fogaça e o opulento Jacquin perguntando para Jaime quais eram as escolhas. Curtí as idéias do professor. Lembrando sempre que o cara lida com a criançada, então já é uma certa vantagem pro lado azul, né? Se fizesse feio, a coisa ia ficar bem chata. La hermanado outro lado dizia para Elisa que nunca havia moído carne no processador quando Elisa disse que iam usar o aparelho. Na boa, aqui em casa a gente usa processador toda vez que vai fazer kibe, por exemplo. Pobre hermana desinforada... mas o lance de argentino é churrasco né? Então tá... É só o aparelho ter uma boa potência e lâminas muito afiadas que rola sim! É só saber usar o processador e prestar atenção na consistência da carne, além de ter em mente qual o tipo de carne que se está utilizando, que dá muito certo.

Prova em andamento.... Os Chefs confabulam sobre as escolhas dos grupos, e Fogaça comenta que acha que não vai combinar colocar calda de chocolate nas frutas que a equipe vermelha vai servir. OI???! Num determinado momento da confecção dos pratos, Elisa se dá conta que os pratos eram cumbuquinhas de tamanho bem reduzido, e a idéia de apresentação que tinham em mente vai para a casinha do chapéu... Do outro lado, Helena se virava com cortes de vegetais para a montagem de carinhas nos pratos.
Elisa surpreendia os Chef-jurados com a trituração de mussarela de búfala para o molho que acompanharia legumes. Ela ouve os azuis decidindo fazer almôndegas, que os vermelhos também estavam preparando. Jamyly já destila aquele veneninho básico de costume, tecendo comentariozinhos como quem não quer nada. Na cozinha azul, Helena dribla as explosões de Jaime e controla a situação, deixando o moçoilo dar seus ataques, esperando a poeira baixar, e então explicando suas idéias, coisa típica de líder. E dá certo, como ela mesma conta no depoimento dos bastidores. A pobrezinha teve que se virar para cozinhar de novo, já que ainda estava com o pé engessado, e dependia muito da ajuda da equipe para pegar coisas para ela. Mohamad teve um micro-surto em determinado momento, dizendo que também precisava de tempo para terminar o que estava fazendo... Mohamad... Expediente e cooperação, jogar bem em equipe... já ouviu falar, fófi?

E lá estava la hermana pegando no pé de Elisa novamente! Num momento era a pimenta, que "criança não come". Acabou que o preparado que levava pimenta não ia nem ser utilizado. Na sequência era porque Elisa estava chacoalhando o liquidificador, levantando o aparelho com uma mão para chacoalhar com a outra (marcada, né? aquele chacoalhãozinho básico, de leve, é até normal rolar, mas a Pati-chef pegou-a com a mão na cumbuca), e acabou levando bronca, ouvindo que isso era um costume brasileiro que nada tem a ver com gastronomia, que é um liquidificador e não uma coqueteleira, etc., etc. Ah não é pra tanto! E outra, fófi gringa: aqui é Brasil sim, e independente do país, todo mundo faz caquinha uma hora ou outra. Não curte? Volta pra Argentina, vai ser personnal-chef do Maradona, ora! Que coisa, essa guria chata torrando os piquás! #prontofalei2 !

Chega Shun-Li de macacão (vocês sabem que estou falando da Ana Paula Padrão, né gente?? kkkkk) batendo palminhas e dando o tempo pros competidores, pilha total! Como se não bastasse, chega o sapo-boi-française, o opulento Jacquin pra enfernizar os azuis, dizendo que não estava sentindo cheiro de comida de criança, que ele mesmo era muito criança e se não agradasse a ele não iria agradar aos pequenos. AFF!! Alguém dá com a frigideira na pança do francês bipolar, gente, s'il vous plaît?? Que deselegante! Que desnecessáááário!! IRRITANTES esses caras!
Bom, como sempre, os minutos escoavam pelo ralo, bem rapidinho, e houve mudanças de planos no fim do segundo tempo. Vermelhos mudaram de idéia quanto à calda de chocolate porque não ia dar tempo, não tinha espaço no fogão... talvez chantily, ao invés da calda e uma idéia da Pati-chef, que chegou na hora programada no script para ajudar ao invés de azucrinar. A hermana sugeriu chocolate ralado por cima do chantily. Aí sim! Ponto pra ela. E Jamyly reclamando que não gosta de chantily mas bateu assim mesmo porque a líder era quem mandava. Vai chorar lá no cantinho, Jamyly, ao invés de torrar a paciência.
Ponto ganho, ponto perdido! Não se pode elogiar mesmo... Pati-chef resolveu ir implicar com os azuis e questionou a idéia de Jaime de bater a cebola no mixer, já que ele faz isso em casa para o filho que não gosta do ingrediente. Paola pergunta: "então porque seu filho não gosta de cebola, nenhuma criança gosta?". Aí eu pergunto: já que é assim, TODA criança não come pimenta, ó pescoçuda? Ai que irritante!! E tudo isso pra chegar no toque que realmente importava, que era o de não colocar a cebola processada na carne já cozida, porque não ia cozinhar. Deu pra sacar o script? O negócio é fazer notar que os Chefs alí são os 3 jurados, e que eles ensinam também além de julgar. Mas com tempo contado isso fica meio complicado, né? São os 3 Aparecidinhos no fim das contas.

Hora da zona! A euipe azul servirá Purê de batata com carne moída e vegetais (a idéia das almôndegas foi descartada). O prato vai ser apresentado como uma carinha de palhaço. O time vermelho servirá Arroz com vegetais, almôndegas com cenouras e molho de queijo. Chegam as crianças para a bóia, com direito a gritaria, fila desordenada, baderna, perguntas e dedinhos apontando pras coisas que não gostavam e não queriam comer. Malabarismo pra poucos, gente! Era o momento de vender o peixe, e com uma propaganda muito bem bolada, porque tinha coisa verde no prato! Eitaaa!! Jaime parecia conseguir fazer a função numa boa. Jamyly queria ser a fófi de novo, mudando a voz e falando com crianças do jeito que se fala com bebês, tentando convencer a molecada de comer a comida da equipe vermelha. Fake...
O purê de batata dos azuis parecia fazer sucesso. Algumas crianças reclamavam sobre a cenoura crua, mas curtiam as almôndegas do time vermelho. Começa a montagem das sobremesas com direito aos pitacos Chefísticos. A equipe vermelha entregou as suas primeiro. Ataque aos potes vermelhos, e a impressão foi que os pequenos comensais curtiram a Salada de frutas com chantily e raspas de chocolate. Azuis atrasaram um pouco, mas conseguiram chegar com seu Creme de iogurte e chocolate branco com manga e tirinhas de maçã quando as crianças terminavam a da equipe vermelha. A idéia do Jaime de fazer a sobremesa parecer um ovo frito assustou a molecada a princípio, mas logo o professor convenceu alguns relutantes a experimentar, e parece que agradou.

Hora da eleição do melhor grupo. As crianças correriam para o grupo que serviu a comida que elas mais gostaram. A equipe azul ficou com a maioria esmagadora, e saiu vencedora. Bacana o jeito do Jaime com elas, o cara deve mesmo ter veia e vocação para professor. Bagunça, gritaria, abraço coletivo! Como lider, Elisa foi elogiada por Flávio, e lógico que de Jamyly recebeu comentários azedos, tipo que ëla deveria ter "se dado um pouco mais". Bem a carinha da fófi do Amapá, né? Cantoria do coral da Fundação Cafú para os cozinheiros, e rumo à prova de eliminação.

A equipe perdedora recebeu carré de javali, limão siciliano e quinoa vermelha para criar um prato, e um teria que ir pra casa. Os ingredientes teriam que ser usados, obrigatoriamente. Esses foram citados como os ingredientes preferidos dos Chefs, que deram algumas dicas de utilização. Teve fófi tremendo na base por causa do javali, porque nunca tinham comido ou porque não sabiam como cozinhar essa carne.
Passadinha no mercadinho para pegar ingredientes e bóra pras bancadas de trabalho. Com uma hora para preparar os pratos, lá foram os competidores com suas cestinhas.
Elisa, entre nervosa  e segura, mas bem determinada nesse ponto da competição, cortou seu carré e e começou a decidir como prepararia a quinoa. 
A fama de Jamyly a precede; Elisa é outra que pensa como Jaime a respeito da concorrente, e deixa clara sua opinião no depoimento dos bastidores, dizendo que está mais tranquila por Jamyly estar em seu grupo pelo fato de achar que Jamyly é quem pior cozinha entre os competidores que estavam na prova eliminatória, que ela não poderia escorregar, e teria que torcer para alguém fazer uma cagada (Palavras de Elisa! Dessa vez a boca suja não é minha não! hahahahahaha!). Luis estava um tantinho inseguro, mas mesmo assim tranquilo.

Chefs conversando, o Jacquin fala sobre como prepararia um prato com os ingredientes dados aos competidores. No camarote da Cecília, o fato de Jamyly estar fazendo caca ao tirar a gordura do javali não passa despercebido, e o comentário é sobre a possibilidade, e a quase certeza, de que a carne ficar seca. Jaime rí e torce mesmo pra ela fazer uma meleca. Cecília ainda solta um "coitada!". Ah vá! Hehehe Vai que dá certo né? Tem que tentar... (venenosa eu!) No fogão, Jamyly tinha sua carne numa frigideira para selar, e depois ir ao forno. Acho que ela não prestou atenção quando o pit-chef disse que javali tinha uma carne magra, e estava fazendo o que faria com uma carne de porco ou cordeiro. Se mostrava muito confiante na confecção do seu prato. Jaime confirma para Ana Paula Padrão que está mesmo é torcendo para que Jamyly saia do programa, e acaba dizendo que ela deu uma de coitadinha, fez um personagem, etc., e diz que ele pode parecer caricato mas quem o conhece sabe que ele é aquilo mesmo. Shun-Li diz que ele vestiu a carapuça porque quis... Olha só, pelo que eu ví, ele não fez isso não, mas posso estar com a impressão errada, né? Vai saber, cada um vê de um jeito, e eu comento aqui o que eu estou vendo como espectadora.
Flávio não parece ter muita certeza de como a carne se comporta, e descreve, inseguro, para o rotundo Jacquin e a pentelha Paola o que decidiu fazer com os ingredientes. Com as caras e bocas dos Chefs e os comentários sobre sua idéia, muda tudo na hora.

O dilema da quinoa assombra Jamyly e Luis. Ela tem pouco tempo e não começou a preparar o grão, e Luis não consegue se decidir sobre como servi-la, já que testou algumas maneiras de preparo. Elisa e Flávio optaram por usa-la como arroz... Paola fica tooooda contentinha quando vê que Jamyly decidiu fazer uma farofa usando gordura de javali, dizendo para Jacquin aquilo era brasileiro, só pra ouvir na sequência que precisava ver se era Master Chef, que a comida tinha que ser boa, não era a nacionalidade que estava em questão. Ha!! Boa! Mesmo porque o que Jamyly não contou foi que ela faria a farofa com a quinoa, e só.
Cecília não se conformava com o fato de Javalyly... OPS!!! Digo, Jamyly, não ter nem hidratado a quinoa para fazer a farofa! No camarote, tanto Cecília quanto Mohamad faziam os seus comentários sobre os erros e marcadas da guria do Amapá num volume um tanto alto, e foram alertados por Jaime que eles podiam estar dando dicas para a concorrente, e que se fossem eles alí cozinhando, ela não estaria nem aí, que tinham mesmo é que deixa-la dar um tiro no próprio pé.
Lá vão novamente a gazela argentina e o sapo-boi-française, de braços dados, atormentar mais alguém. A vítima da vez foi Elisa. A primeira pergunta foi sobre o queijo, que a guria não sabia se ia mesmo usar, depois foi por que tanto javali, que Elisa ainda tinha que descobrir o ponto certo. E em seguida foi sobre a cor do javali, que estava pálido, parecia "doente". Saíram da frente da bancada sem dar dicas, dessa vez, mas Elisa sacou qual era a dos comentários, e decidiu selar o bicho por mais tempo, e deixar menos no forno. Acaba que os 3 Chefs-Aparecidinhos ficaram elogiando a atitude da fófi. Paola comentando como ela tinha melhorado e tal... Elisa seguia experimentando a carne, testando, se enturmando com o javali. Os Chefs teciam comentários positivos sobre Flávio, Luis e Elisa, dizendo que trabalhariam com eles, e até com Jamyly numa equipe de restaurante.

Faltando dois minutos, corrige-se do jeito que é possível o que precisa ser corrigido, rola o corre-corre de costume, aflição geral! Uma hora cravada, deu!

Ergue-ei as mã-ãos... e dai glória a De-eus! Valei-nos Padre Marcelo!


Julgamento. Elisa é a primeira a apresentar seu prato: Javali ao molho de limão e vinho branco com quinoa refogada. Fogaça é quem começa a degustação e avaliação, pergunta se ela provou a carne para saber do ponto, Elisa respondeu que sim, e chega Jacquin, que já invocou porque a fófi falou demais para explicar um prato simples. Bah! Chato da peste! Mastigou, mastigou, e saiu com cara de "Não sei". Paola provou e perguntou se Elisa tinha provado do molho. Novamente, a resposta é afirmativa. Fogaça aconselha Elisa a ter mais confiança na execução para não chegar lá na frente com dúvidas. Afirmou que o prato estava simples, bem decorado, bonito e saboroso, mas que talvez não fosse o melhor. Como assim, Chef?? Era o primeiro que você estava provando! Como é que põe em dúvida o prato em comparação com os outros que ainda nem provou?? Saco hein, velho? Jacquin frisou a importância de ela exaltar o prato, pra que eles tenham vontade de comer. Acabou por elogiar o prato da mocinha. Paola fez suspense pra dizer que o molho estava sensacional! Ela gostou de tudo, e acrescentou que Elisa havia feito um prato de restaurante. Elisa, é óbvio, ficou feliz da vida, enquanto já dava pra ver Jamylyuma lágrimas lá no fundo ficando cabisbaixa, decepcionada. Tsc, tsc, tsc! Perguntada por Padrãozinha se algo negativo fora dito do seu prato, Elisa respondeu que o comentário fora de que ela ERA insegura. No passado, viu? Boa, Elisa! É isso aí! Sorrisão e thumbs up da visivelmente orgulhosa Helena para a bonitinha.

Carré de javali ao molho cítrico com quinoa refogada e cogumelos foi o prato que Flávio levou aos Chefs-jurados. Assim que o f'ófi terminou de explicar o rebuscado prato, Paola perguntou sarcasticamente se não tinha mais ingredientes no mercado. Risinho nipônico bem sem-graça como resposta. Jacquin diz para a hermana que Flávio teve pouco tempo (no mercado), virou o carré e já saiu criticando o fato de Flávio ter deixado muita gordura, explicando que quando se faz uma crosta, deixa-se menos gordura. O francês pergunta se o rapaz acha que molho holandês combina com porco, prova do prato, e comenta que tem coisa demais, muita mistura de sabor. Fogaça conta sete ingredientes no prato, já com cara de poucos amigos. Após provar, as perguntas de costume sobre se o competidor havia provado, e a resposta afirmativa, mas não para todos os elementos do prato. O pit-chef afirma que um vai sair um naquele dia. Jacquin comenta sobre os dois cortes da carne, e parece contrariado com a "borboleta de javali" de Flávio, dizendo que o moço perdeu tempo fazendo coisas inúteis e não conseguiu chegar ao ponto certo com o carré. Disse que a idéia de fazer inteiro no forno era boa, mas demora para assar, e que o molho holandês deve ser servido separado. Elogiou o tempero, mas criticou a mistura de sabores, todos juntos. Fogaça também elogiou o tempero, dizendo que o moço tem mão boa, mas criticou o excesso de coisas no prato, que chamou de  "show de horrores". Flávio entrou na fila dos julgados com a bola murcha!

Luis foi o próximo, com seu Javali ao molho de limão na cama de quinoa e cogumelos. Paola apenas fez perguntas enquanto provava do prato e dirigiu olhares inquisidores ao competidor, saindo calada para dar lugar ao pit-chef. Foguinho Fogaça faz as perguntas costumeiras, tipo se o cara provou de tudo, se gostou da quinoa e dos cogumelos... Luis respondeu que sim, no que o Chef retruca que não sabe se está bom. Hmmmm... Precisam mudar esse script, essa encenação tá ficando batida! Chega Jaquin, o bipolar, já de cenho franzido, e faz uma força desnecessária para cortar a carne. Minha mãe diria que esse pentelho está "cheio de fazer micagens!". Olhou pra cima, mastigou, mastigou e ficou em silêncio. Paola faz cometários positivos sobre o prato, e diz que ele aprendeu direitinho com Jacquin e mentiu bem, referindo-se à descrição de "al dente" que Luis deu para o ponto da quinoa, mas disse que tem que tomar cuidado ao usar essa expressão italiana, porque o prato nunca mente. Fogaça achou a quinoa sem tempero e fora do ponto. Disse também que o cogumelo estava ruim, que foi desnecessário, e que esperava mais do moçoilo. Jacquin também fez críticas e salientou que ele já esteve a perigo, que só foi salvo porque Sandra colocou sal nogâteau.

Chega a vez de Jamyly, a lacrimosa, com seu Javali marinado com limão e farofa de quinoa. O prato estava muito bem apresentado, achei a decoração bonita. Nervosa, ela explicou para Fogaça como seu prato foi preparado. Fogaça logo apontou a falta da gordura da carne, que ao ser cortada aparentou rigidez. O Chef perguntou se aquilo (que era a quinoa) era a farofa. A redução de vinho colocada no prato em forma de gotinhas estava em ponto de bala segundo o Chef, e Jamyly afirmou que era isso mesmo que ela queria (sei!). Após provar a carne e a farofa, não precisou muito para notar que ele ficou insatisfeito. Jogou os talheres de volta debaixo da mesinha de provas e deu lugar ao Jacquin, que fez questão de já sair borrando com o garfo os pingos de bala da fófi, e foi para a suposta farofa. Provou, pensou e disse que os grãos estavam crus. Comparou às sementes que se joga para as galinhas... Daí catou a carne pelo ossinho, deu uma dentada e jogou o resto fora. Paola chegou para provar a comida, e pelo barulho no prato (que poderia até ter sido feito de propósito pela Chef, mas não acho que tenha sido nesse caso), eu diria que deu ruim. A expressão da hermana ao provar da farofa não foi boa. Aliás, não demorou 5 segundos para que ela pegasse uma porção no garfo e desse pra Jamyly experimentar. Nem a autora do prato conseguiu disfarçar que não se agradou. Fogaça começou a discorrer a respeito de como ele sempre alerta aos competidores sobre experimentar, se familiarizar, entender os ingredientes. Nessa hora os cozinheiros do camarote comentam que viram Jamyly provando da quinoa, etc. Jaime comenta nos bastidores que se ela mente sobre coisas pequenas, que dirá por uma coisa grande, e que esse é um dos motivos da antipatia que sente pela fófi do Amapá... Fogaça continua com as críticas, falando que crocante é diferente de cru, e Jamyly ainda mastigando a tal farofa que não era farofa. Ui! A carne estava seca, a redução de vinho não dava para comer, mas a moça havia evoluído com as apresentações. Paola pergunta se Jamyly faria uma farofa com arroz cru, por exemplo. Mas se disse surpresa com a apresentação e elogiou a idéia do prato. A execução é que danou com tudo.

Decisão final. Os Chefs discutem os pratos, e Luis foi o primeiro em foco, e toda a falta de tempero do prato. Os Chefs acham que ele não está acompanhando a evolução dos outros... Os comentários sobre Flávio se basearam na quantidade massiva de ingredientes no prato. De Elisa foi dito que ela está melhorando cada vez mais. De Jamyly foi comentada a desculpa por não conhecer a quinoa e a suspeita de que ela ganharia ponto com os Chefs-jurados com a apresentação bonita, e que se fosse só pela foto, seria perfeito. Jacquin até foi irônico (ou assim me pareceu) dizendo que de repente ela até ganhasse "pelos olhos". Paola deu uma fulminadazinha de leve no francês com o olhar nesse momento.

Deliberação finalizada, Paola discorreu como um dos 4 pratos apresentados surpreendeu a todos pela idéia e execução boas, como os ingredientes brilharam e como estava tecnicamente perfeito. Quem ganhou os parabéns foi Elisa, enquanto Jamylynveja em pessoa torcia os lábios e parecia desapontada. Elisa, a fófi vencedora da vez, correu novamente pro abraço de comemoração debaixo de aplausos. Ah gente... ela mereceu! E sério, ela é fófi demais, mascotinha da turma, toda queridinha, não tem como não gostar dela né? Muito esforçada, mereceu muito os elogios! Caiu nos braços da "mamãe Helena" com todo carinho!

Fogaça já abriu pros restantes dizendo que eram os ruins. Pontuou os excessos de Flávio, a falta de tempero de Luis, e a beleza da apresentação contra a falta de temperos e alguns cozimentos no prato de Jamyly. Dos piores, Flávio saiu como o melhor; se não fosse pelo excessos, o prato poderia estar tão bom quanto o da Elisa. Ficando a dica, Flávio foi de volta ao camarote. Lá estava Jaime nos bastidores afirmando que seu desejo era que Jamyly saísse. Mas a guria queimou mesmo o filme com o professor hein?! Elisa era outra com dedos cruzados para que Luis ficasse. Queimadasso o filme da fófi do Amapá...

Jacquin está com a palavra final, e diz que nesse ponto, não se chora mais, veste-se a roupa de cozinheiro e deixa-se as emoções no vestiário, que as emoções atrapalham a comida (discordo até certo ponto, ma va bene!). Voltou à baila o assunto da diferença entre cru e al dente. Luis se safou dizendo que é muito pouca, que ele cozinhou em água, mas ainda assim a quinoa não chegou no ponto certo. Jamyly respondeu, por sua vez que... naaaa... se embananou e nada disse que fizesse sentido, coisas como "talvez ter que analisar mais a quinoa e provar mesmo". Oi?! Tem que rir, né? (Enquanto isso no camarote, todo mundo dizendo que "ela provou!", tipo, tá mentindo até agora, na hora do vamos ver! Outro tsc tsc tsc pra ela!)
Jacquin, então, diz que a diferença é que Luis ia ficar mais no programa, "porque al dente é melhor que o cru. Só por isso".
Aeee Jaime! Comemorando nos bastidores, guri! Hahahaha! E Jamylyumas mil lágrimas dessa vez, né fófis? Jaime lá no camarote dizia que ia bater palmas só por educação! Eita caceta! Hahahaha!
Os comentários finais dos chefs para a eliminada foram que ela evoluiu, foi uma candidata forte, etc. E para que ela continue cozinhando, etc. Jamyly já nos bastidores pós-eliminação não admite que se fez de coitada, diz que se fosse teria desistido na primeira porrada, etc., etc., novamente etc. Sem esquecer de dizer que continuou mesmo com todo mundo criticando-a, jogando-lhe pedras... e que se aconteceu isso com JESUS, por que é que não aconteceria com ela?? Ah, me poupe! Já tá saindo, e me sai com essa? Come on!! Desnecessário, né? Elisa deixou bem claro que a fófi fez isso sim, e que ninguém precisa se valer disso pra chegar a algum lugar, e que todo mundo já estava meio "de saco cheio" dessa postura de Jamyly.

Ana Paula fez questão de chamar Jamyly para lavar a alma e dizer para os companheiros qual foi o maior erro da guria. Ela falou sobre "amar demais a terra e ter lutado por eles e por seu sonho". Mohamad lá no camarote não se fez de rogado e retrucou enquanto a guria bordava seus comentários em tripas de javali: "Eu amo a minha terra, eu amo onde moro, é de onde minha família veio." Boa Mohamad! Padrão ainda soltou a pergunta para Jamyly sobre ela ter vestido esse personagem com exagero, se ela era tão vítima e tão frágil como fez parecer no programa. Óbvio que a moçoila negou, e Padrão insistiu mais um bocadinho... A eliminada não deu o braço a torcer! Ana Paula bateu palmas, mas pra mim, aqui da minha poltroninha, não foi porque acreditou, mas porque estava na hora de dispensar a fófi de volta pro Amapá, do jeitinho que Jaime previu e torceu para que acontecesse! A fila anda! E foi! Semana que vem tem mais! Tá que é um funil só minha gente!! Quem será que passa por ele na próxima rodada hein?
Beijinhos e até já! :)



- Aninha

Um comentário:

  1. Não suporto esses jurados e a Ana Paula Padrão. Amei os apelidos que vc criou kkkkkkk. E sinceramente, Master Chef BRASIL deveria ser apenas com jurados brasileiros!! Acho uma falha frotesca e um desprestígio aos chefs daqui.

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