16 setembro 2014

Oscar Maroni já me salvou de um “mico” em rede nacional

Oscar Maroni é totalmente louco, no melhor sentido que esta palavra pode ter. E já me salvou de um mico em rede nacional. Era o ano 2000 e eu estava preparado para entrar ao vivo no “Domingão do Faustão” numa espécie de programa de namoro. Eu, então com 17 ou 18 anos, lentes de contato cinzas (descartáveis e utilizadas muito além do prazo de validade) emprestadas de meu melhor amigo – até hoje acho isso uma nojeira, mas colocava as lentes de contato dele, que me emprestava de bom grado. Pois bem, eu havia ido comprar uma pasta, com meu primeiro salário de estagiário, e lá estava, na Praça das Bandeiras, do Gonzaga, litoral de São Paulo, um carro com link ao vivo para o programa.
Eu, de olhos cinzas, fui perguntar para um dos produtores o que estava acontecendo e ele me chamou para entrar ao vivo para pedir uma das participantes do quadro em namoro. Lembro até hoje o nome dela: Eliziane, não sei se ela também era de Santos, ou morava na conchinchina, mas era a mais bonita. Acontece que Oscar Maroni estava no programa e travou uma discussão ao vivo com Eike Batista (que ainda não era Eike Batista), porque queria comprar a calcinha que Luma de Oliveira usou na capa da PLAYBOY daquele mês, onde era retratada como “a Deusa da Luxúria”, para colocar em um “Museu da Sensualidade” (!!!) que ele estava montando. Dentro desta “empreitada”, havia outra proposta para lá de ousada: colocar a humorista Dercy Gonçalves na capa da revista “Penthouse”, que ele afirmava ser dele, e colocar a lingerie que ela usava em exposição. Aconteceu que eu fiquei esperando, de microfone na mão, para entrar, e no palco do Rio de Janeiro o pau estava comendo solto e, como a audiência cresceu... deixaram rolar. O que me impediu de passar uma baita saia-justa. Já imaginou Fausto Silva perguntando, em rede nacional, se aquilo no meu olho era lente de contato? Oscar Maroni me salvou desta vergonha e, por conta disto, sou extremamente grato. Sem contar que ele é pirado, biruta, genial, extremamente autêntico e... está em “A Fazenda”!
E, convenhamos, há coisas que só este programa pode nos proporcionar. Ver Oscar Maroni cantar uma mulher, e dizer que a admira como “fêmea” – para uma estupefata Bruna Tang, a cantora de cabelo roxinho, que disse ser casada há dez anos e, irritada com ele, afirmou ter o cu roxo – é impagável. Maroni ganhou todos os pontos que perdeu comigo, e mais alguns extras, quando no programa de estreia propôs aquela demagogia de fazer uma edição de “A Fazenda” diferente... baseada em “amor”. O problema é que Oscar está protagonista demais.
Já irritou o ex-Menudo Roy Rosseló que, após escutar as sacanagens que Oscar bradava aos participantes resolveu sair do ambiente dizendo-se farto de “ouvir barbaridades”. A única que teve coragem de falar na cara que ele estava incomodando todo mundo foi a musa dos anos 90, Cristina Mortágua, ainda comedida. Fico pensando se, provocada, ela despertará a fera que queria bater na jornalista do “Superpop” há pelo menos dez anos, mas estou gostando da postura dela até este momento. Bruna Tang também tem aparecido demais. Minha vontade é dizer a estes participantes que chamam para si o programa logo nos primeiros dias é que por enquanto ainda não pode, fica visado, sai rapidinho...  Faz isso não, roxinha.
Mas que ela deveria aproveitar a “historinha” que está sendo milimetricamente arquitetada por Oscar Maroni, ah, isso deveria. Não se sabe se ele quer ser realmente o protagonista do programa ou vai provocar o elenco inteiro a ponto de ser excluído do bando e “pagar de coitado”, uma manobra arriscada para a primeira semana. Mas o desespero de criar uma história já é visível  nos menos conhecidos do elenco. Está chato assistir a demagogia de Diego Cristo – o mais forçado de todos, com suas histórias tristes de que estaria morto se não fosse a mãe, que quase foi preso, pelo que entendi por não pagar pensão, e por falar mal de Oscar Maroni pelas costas e dizer, na frente dele, que quer leva-lo como amigo pelo resto da vida – uma pessoa que conheceu há alguns dias?
Faz dupla com ele a modelo Lorena Bueri, a Pocahontas de “A Fazenda”. Ambos, na ânsia de serem bonzinhos, e querendo forçar um romance para ganhar o apoio do público, acabaram prejudicando outro participante. Estavam comentando que queriam presentear o ex-Menudo, Roy Rosselló, com um perfume. Agora, não se sabe se quiseram dizer que ele trouxe pouquíssimas coisas para o confinamento, ou se ele é fedido.

9 comentários:

  1. Acho que o cara a quem vc se referiu no texto, não é o Marlos Cruz, mas o Diego Cristo. Confira.

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    1. Teresa, obrigado! Eu estava me referindo ao Diego mesmo. Ainda não conheço todos, terei mais cuidado. Um abraço e obrigado!

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  2. Leia o texto e substitua Marlos Cruz por Diego Cristo...faz mais sentido.

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    1. Já substituí, Rainha Branca. Fiz uma pequena confusão. Obrigado pelo toque! ;-)

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  3. Cara de fedido o Menudo tem mesmo, rssss.
    Deve ser isso.
    Abração.

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    1. Coitado do ex-Menudo! Achei sacanagem eles comentarem isso em rede nacional. Acho que trouxe pouca coisa mesmo!!!

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    2. kkkk, oOoOo Luis vc ñ era assim tão venenoso, hein? Mas vou concordar com vc, esse carinha é nojento msmo.

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    3. Pior q tem umas figuras q a gente sabe q é do balacobaco, e se faz de santinha com as bobagens do Maroni. Se fazer de ofendidinha com o passado q tem, ñ dá né?

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