20 julho 2013

IMPRESSÕES de Frank Killer: Estresse



Estresse

Primeiro Tempo

Quando venceu a Prova da Chave, Marcos mandou a Equipe Avestruz para o celeiro, para separar a Bárbara do Mateus, entre outros motivos. Agora o Mateus mandou a equipe dele para o celeiro e o Marcos não gostou nada nada. Ele acha que é o rei da cocada preta só porque já está na Final. Deveria se manter humilde para angariar a simpatia do público, mas está fazendo o contrário. Seu chororô por ter sido lembrado que em seu curriculum consta um filme pornô não me convenceu e ainda referiu, durante a discussão que teve com o Beto, que a Rita estava no mesmo caso.

Em todo RS existe a preocupação de provocar estresse, mas os realizadores geralmente não sabem utilizar meios lógicos para fazer isso e não conhecem as leis que os regulam. O desconforto do celeiro e o trabalho estafante na fazenda são meios lógicos, mas as punições coletivas pelo erro de um não são, porque geram intrigas por causa das punições em si e não por causa dos erros. Provocar intrigas diretamente nunca é lícito. Quem deve causá-las é o estresse.

Qual é a diferença, perguntariam? É que um participante não pode evitar as punições e nem impedir-se de errar com regras ridículas desconhecidas por ele ou novas e diferentes da normal e não deve interferir nas ações de outro quando este está errando, propositalmente ou não. Isso aconteceu com a Angelis na FV e deu no que deu. Pessoas inocentes foram prejudicadas logo no início e catapultou a mineira para a Final e para a vitória. Nunca vi tanto "nonsense" naquela edição. Pessoas "limpas" foram injustiçadas em prol dos preferidos deles e resultou em nada, embalde seus esforços para estressar a ganhadora. Só um idiota não percebe o quão ridículo é isso.

As punições deveriam ser proporcionais às gravidades dos erros e, seria necessário elaborar um código de leis/regras e punições justas correspondentes. Provocar intriga não é lícito, mas provocar estresse é, dentro de certos limites. Intriga provocada não debilita um participante. Só diverte o telespectador, na medida em que este não se importe com injustiças.

O telespectador aprova o estresse, mas não a intriga provocada pela produção e, especialmente, pelos concursantes e, não pode ser afetado pela produção, mas o participante pode e deve ser estressado pela produção. Nunca tente modificar, manobrar, influenciar ou afetar o telespectador, porque não se tem controle sobre ele ou sobre os efeitos da ação que estão tentando. Além do mais isso é imoral, aético, anti-democrático e profundamente antipático e, não há meio de fazer isso disfarçadamente. Somente imbecis não percebem e pensar que todos (ou a maioria) são imbecis é imbecilidade.

O cansaço em provas físicas causa estresse de modo lícito. O próprio confinamento causa estresse, mas o contato com o exterior ou com pessoas de fora do confinamento anula isso, além da visita e de cartas ou presentes de amigos de fora e de parentes. É lícito castigar por causa de erro, mas não é licito provocar intrigas por causa disso. Portanto, castigos coletivos não são lícitos, a não ser em casos de erros coletivos.

O trabalho na Fazenda, por exemplo, tem a finalidade de provocar estresse pelo cansaço e não para mostrar quem é menos ou mais trabalhador. Seria importante alertar o telespectador quanto a isso, mas, pelo que conheço deles e me recordo, nunca vi fazerem isso. O mesmo sucede em relação às punições e, preferem equivocadamente deixar o telespectador ignorando os detalhes desses fatos.

O enquadramento dos concursantes em regras ridículas e sem sentido visaria isso também, o estresse, mas os realizadores pensam que seria para fazer como fazem nos quartéis militares aqueles sargentões carrancudos, para tornar os coitados subordinados dóceis ao comando deles e para fazerem o que quiserem deles sem reclamações ou possibilidades de. A diferença é que nos quartéis a finalidade é justificada por causa da hierarquia rígida de comando necessária e pela dureza da instrução. Num RS não se justifica.

Pensam os realizadores que as regras serviriam também para que obedeçam às proibições que visam resguardar a privacidade e os segredos de bastidores do interland televisivo e de seus funcionários. As punições para esses casos são mais severas, podendo resultar até em expulsão, principalmente se forem manifestações de rebeldia pela má condução do RS. Não admitem de forma nenhuma a mais leve crítica dos participantes. Nessa questão a Angelis foi super-inteligente, expondo magistralmente as falhas deles sem que nada pudessem fazer contra ela. E eles bem que tentaram.

Tudo bem que os participantes não devam criticá-los, mas daí a acharem que devam esconder dos telespectadores o que fazem vai uma longa distância. Afinal eles também estão ali para serem julgados também e são, quer queiram quer não. Aliás tudo na TV é para ser julgado, desde o que faz um porteiro ou o funcionário mais humilde até o diretor-presidente (ou seja lá que título ou nome de cargo adote). TV no Brasil é um serviço concedido e não uma empresa privada. A finalidade básica deles é prestar um serviço público e, não locupletarem-se com dinheiro público ou do público.


Bárbara livra pelo menos 5 pontos de vantagem em relação ao seu namorado Mateus na aprovação de nossos visitantes, mas seu grupo está em segundo lugar porque o Ivo puxa o índice geral do grupo para baixo com uma alta rejeição. Ele conseguiu a proeza de ser primeira ou segunda opção de voto de todo o seu grupo.

Mateus e seu grupo estão em primeiro lugar porque os demais integrantes da Equipe têm índices de rejeição equilibrados com as respectivas preferências, enquanto ele tem uma boa aceitação dos nossos visitantes.

Scheila e seu grupo estão decaindo paulatinamente porque os demais integrantes de sua Equipe têm altos índices de rejeição. Parece que o público esperava uma outra Scheila e não esta que está na Fazenda.






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